Protegido: As taras de Lara – Como não perder a virgindade (VIP)

18/04/2018

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As taras de Lara – Como não perder a virgindade

18/04/2018

18abr2017

Lara decidiu finalmente perder a virgindade

AS TARAS DE LARA – COMO NÃO PERDER A VIRGINDADE

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A ideia foi da amiga Didica. Por que as duas não perdiam a virgindade juntas, com o Jorge? Sim, com o Jorge, que era da família, de confiança, e afinal Lara já transava com ele havia cinco meses, não seria muita novidade. Só fizeram anal, é verdade, por conta do pavor que Lara tinha de engravidar, mas agora seria pela frente. E adeus time das virgens, ufa!

– Até que não é uma má ideia… – respondeu Lara, considerando que sendo as duas juntas, se sentiriam mais seguras. E nossa menina fez as contas: um mês que não transava, um mês!, tempo demais, já passava da hora.

Então combinaram que convidariam Jorge para ir ao cinema, um inocente cineminha, mas no caminho anunciariam que o que queriam na verdade é que ele fosse o primeiro homem delas, e naquela noite. Ele certamente não recusaria tão nobre missão.

Durante dias, Lara preparou-se para a grande noite. Pesquisou informações em dezenas de sites, para se assegurar de que não engravidaria. Comprou lingerie nova. Até cortou o cabelo. Finalmente saberia o que é ter um pau na buceta. Poderia ser ainda mais prazeroso que no cu?

Conforme o combinado, às oito da noite Jorge parou o carro em frente ao prédio de sua prima Didica e aguardou. Cinco minutos depois, Didica e Lara desceram. Os vestidos curtos, os sapatos de salto e a maquiagem forte lhes davam uma aparência de mais velhas. Pegariam a sessão das nove, um filme de comédia. Dez minutos depois, porém, no meio do caminho, Lara informou, muito séria, que não iriam para cinema coisa nenhuma. Que ele tomasse o rumo do Sabrina´s Motel.

De tão surpreso, Jorge quase bateu o carro. Gaguejou um pouco, dizendo que não sabia chegar lá, mas Lara mostrou o mapa na tela do celular, não tinha erro, só seguir as indicações. No banco de trás, Didica, envergonhada, se esforçava para não rir. Quando chegaram ao Sabrina´s, Jorge ainda não acreditava em sua sorte. Ele parou o carro em frente ao guichê da portaria e baixou o vidro. Olhou a tabela de preços e pediu a suíte mais barata.

– Não! – protestou Lara. – Queremos com hidromassagem. E tudo que tiver direito.

Resignado, Jorge pediu outra suíte, evitando pensar na fatura do cartão de crédito. Mas precisava admitir que o investimento valia a pena, claro que valia. Porém, quando a funcionária pediu os documentos das garotas, ele gelou. Porque só então se lembrou: elas tinham 16 anos.

– Aqui está – disse Lara, entregando para Jorge duas carteiras de identidade. Ele relutou por um instante, mas Lara fez que sim com a cabeça. A funcionária conferiu os documentos, um por um. Jorge sentiu uma gota de suor descendo pelo rosto. Finalmente, a funcionária devolveu as carteiras, com a chave da suíte. Jorge engatou a primeira e saiu.

– Carteiras falsas… – ele murmurou, aliviado –  Vocês podiam ao menos ter me avisado. Quase morri do coração.

– Não, são verdadeiras – respondeu Lara, guardando as carteiras na bolsa. – É pra isso que servem as amigas mais velhas. Né, Didica? – E virou-se para a amiga, que bateu em sua mão espalmada, toda cúmplice.

Ah, nossa esperta menina achou linda a suíte. A decoração suave, os espelhos a embaralhar as imagens, a luz azulada que saía debaixo da cama… Era sua primeira vez num motel, e a primeira vez da amiga também. Estavam ambas encantadas com tudo, embora Didica, ao contrário de Lara, estivesse um tanto nervosa. Ficaram todos descalços, serviram-se de vinho e brindaram. Depois se despiram e foram para a banheira. A água, porém, não esquentou bem e Lara sentiu frio. Tomou mais uma taça de vinho, mas continuou com frio. Então saiu, deixando Jorge e Didica lá. Seria bom para a amiga relaxar, pensou Lara, sorrindo maliciosa para Didica enquanto se enrolava na toalha e voltava para o quarto.

Para animar a festinha, pôs para tocar uma seleção de músicas sensuais que preparara em seu celular especialmente para a noite. Então ligou as luzes piscantes, serviu-se de mais vinho e foi dançar sobre um pequeno tablado, enrolada na toalha. Dançava sozinha, de olhos fechados, viajando na música, caprichando nos movimentos ondulantes. Sentia-se leve. Na verdade, estava aliviada por ter chegado o dia que, desde os treze anos, quando começou a namorar, aguardava com paciência.

Quando se virou, viu a amiga sendo levada nos braços pelo primo. Ele a deitou na cama e os dois se beijaram. Lara achou linda a cena, serviu as taças de todos e pediu mais uma garrafa de vinho. Após isso, sentou-se no sofá, no canto mais escuro, para que Didica não se sentisse intimidada. Assistiria de camarote a amiga perder o cabaço. E depois Jorge faria com ela o mesmo serviço. E adeus time das virgens.

Jorge foi muito cuidadoso, sem pressa nenhuma. Tirou a cueca, depois a calcinha de Didica, lentamente. Beijaram-se com ardor, acariciando-se até onde as mãos alcançavam. Depois, ele beijou o corpo da prima da cabeça aos pés, detendo-se nos peitos, na barriga e, por fim, na buceta, que lambeu por um bom tempo, com suavidade, até que Didica, contorcendo-se feito uma cobra, puxou-o para si. Ele a penetrou com calma, atento a qualquer sinal de dor. Mas não foi tão doloroso, como Didica esperava, apenas uma dorzinha aguda que aos poucos foi se diluindo no meio da excitação que sentia. E foi assim que ela consumou seu desejo, deixando para trás seu passado de virgem, enquanto tocava a seleção sensual de Lara, e ela, no escurinho do sofá, só observava.

– Lara, vem também – Didica a chamou, após um tempo. Mas ela não respondeu. – Lara?

Só quando chegou pertinho foi que Didica percebeu que a amiga… dormia profundamente. Ao lado do sofá, viu a segunda garrafa de vinho vazia e entendeu tudo.

– É, tua amiga exagerou na birita – falou Jorge, enquanto cutucava Lara, que nem se mexia. – E agora?

Didica deitou a amiga no sofá, pondo uma almofada sob sua cabeça, e voltou para a cama, puxando o primo pela mão.

– Agora a gente continua, ora.

(continua na área vip)
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AsTarasDeLaraLogo-01aAs Taras de Lara – capítulos publicados

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Por trás do sexo anal – Há algo de divinamente demoníaco no sexo anal que, literalmente, a-lu-ci-na algumas mulheres
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Um ano na seca – O que pode acontecer a um homem após doze meses sem sexo?

O último homem do mundo – O sonho de Agenor é que todas as mulheres do mundo o desejem. Para isso ele está disposto a fazer um pacto com o diabo. Mas há um velho ditado que diz: cuidado com o que deseja pois você pode conseguir
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DICA DE LIVRO

IFTCapa-04aIndecências para o Fim de Tarde
Ricardo Kelmer – contos eróticos

Uma advogada que adora fazer sexo por dinheiro… Um ser misterioso e sensual que invade o sono das mulheres… Os fetiches de um casal e sua devotada e canina escrava sexual… Uma sacerdotisa pagã e seu cavaleiro num ritual de fertilidade na floresta… A adolescente que consegue um encontro especial com seu ídolo maior, o próprio pai… Seja provocando risos e reflexões, chocando nossa moralidade ou instigando nossas fantasias, inclusive as que nem sabíamos possuir, as indecências destes 23 contos querem isso mesmo: lambuzar, agredir, provocar e surpreender a sua imaginação.

A entrega – Memórias eróticas (Toni Bentley, editora Objetiva) – A bailarina filosofa sobre sua profunda experiência de amor e salvação por meio da submissão no sexo anal

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Protegido: A rabada da turca loca

24/02/2016

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Tábata, a mulher barata

24/02/2016

24fev2016

Não fazia parte dos meus planos ter uma secretária ninfômana, alcoólatra e escandalosa, mas fazemos uma boa dupla no mundo das investigações sexuais

TÁBATA, A MULHER BARATA

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Errikelmer Investigações Sexuais, bundiiiiinhaaa… É assim que minha secretária Tábata atende o telefone, toda sexy. Eu adoro. Aliás, ela atendia, pois o telefone tá cortado por falta de pagamento. É, essa vida de investigador sexual é emocionante, mas não é fácil. Moro e trabalho numa quitinete alugada, num prédio velho aqui no centrão. É tanta putaria que rola no prédio que ele já devia ter caído, mas a reza forte da minha vizinha macumbeira mantém o danado de pé.

Claro que não recebo a clientela aqui, não ia pegar bem. Recebo numa lanchonete embaixo do prédio chamada Miami Mix. Nome horrível, né? Também acho. Mas todo mundo conhece por Cu Frito. Esse nome é por causa do petisco mais vendido de lá, anéis de lula na chapa, aliás, muito bom, recomendo. O local nunca ganhou qualquer prêmio por sua limpeza, é verdade, mas lá toca sempre Roberto Carlos dos anos 70 (antes dele virar Roberto Carola) e, além disso, o Jéovas, que é o dono, fez um acordo legal comigo: atendo minha clientela lá e o Cu Frito pra mim sai de graça. Nada mal.

Já investiguei uns casos famosos, como o da morena turbinada, aquela gaúcha que virou musa da internet quando suas fotos íntimas vazaram na rede. Outro caso é o da ex-atriz pornô americana Sasha Grey, que descobri que na verdade é cearense e torcedora do Fortaleza. Mas minha especialidade são os segredos de alcova, no que sou imbatível, modéstia à parte. E devo isso ao auxílio luxuoso de minha prestimosa secretária Tábata, que saca o ramo como ninguém. Não sei o que seria de mim sem essa danada.

Conheci Tábata no Cu Frito. Foi num dia em que eu almoçava lá com minha namorada Jimena. Lembro bem, Robertão cantava Vista a Roupa Meu Bem. De repente, uma barata passou voando por sobre as mesas. As mulheres começaram a berrar e os caras tentaram pegá-la, mas a barata driblou o time inteiro e pousou… onde? Bem na minha mesa. Jimena ficou imediatamente muda e paralisada. Quando eu me preparava pra esmagá-la com o cardápio (a Jimena não, a barata), percebi que ela era assim um tanto, ahn, sexy. A barata usava meia e cinta-liga, e eu tenho um fraco horrível por essa invenção do demônio. Ela olhou pra mim, piscou o olho e falou: Ai, se eu te pego.

Uma barata falante. E romântica. Achei aquilo tão mimoso que protegi a barata dos seus perseguidores e a trouxe aqui pra casa. Jimena recusou-se a vir comigo e terminou o namoro ali mesmo. Uma pena, nunca mais achei um boquete chicabom como o de Jimena. Mas não se pode ter tudo, né? Pois bem. Agradecida, a barata me contou sua história: chamava-se Tábata e nascera sobre uma calcinha usada que fora descartada no lixão de uma usina nuclear. Sim, as cientistas atômicas também tiram suas calcinhas, ora, por que não? A radiação alterou seu DNA e ela tornou-se meio barata e meio mulher, e agora pode viver cem anos. Aí ela foi ficando por aqui e acabou ficando. E, em troca de barrinhas de doce de amendoim, que ela adora, e de poder dormir dentro do meu tênis (ela ama o meu chulé), Tábata me passa as mais quentes novidades sexuais, ela que conhece todos os inferninhos da cidade. A danada fotografa tudo com sua visão hipersensível de barata mutante e me envia os arquivos, pois suas antenas captam sinais da internet.

Mas Tábata é de veneta, tipo mulher mesmo. Tem um humor do cão, principalmente quando tá perto de menstruar. Às vezes some e eu fico dias sem saber dela. Aí, de repente, ela entra pela janela e cai em minha cama, exausta, uma cara de ressaca desse tamanho, e ronca o dia inteiro. Então já sei que andou novamente se esbaldando aí pelos bueiros, tomando todas e dando que nem uma doida condenada na masmorra, ô mulher barata.

Ela é apaixonada por mim, diz que foi à primeira vista, naquele momento em que desisti de esmagá-la e Robertão cantava Vista a Roupa Meu Bem. Aliás, Tábata diz que essa é a nossa música, que sou eu cantando pra ela, é mole? Já lhe repeti mil vezes que gosto dela como amiga e que nunca daríamos certo por causa da diferença de altura. Bem, admito que da minha parte rola um tesãozinho, sim, principalmente quando ela dorme de bruços. Mas minha saudosa avó Valtrudes me ensinou que onde se ganha o pão não se come a carne, principalmente carne de barata. Aí ela chora, faz drama, arruma sua trouxinha e vai embora – e volta uma hora depois, arrependida, e jura se comportar. Aí, no dia seguinte, cisma com minhas amigas do Facebook e me xinga, dizendo que tenho péssimo gosto pra mulher, que mereço mesmo é uma quenga fulerage que me passe chifre com o borracheiro e outras baixarias do tipo. Então lhe atiro um doce de amendoim e ela se aquieta. E assim vamos.

Não fazia parte dos meus planos ter uma secretária ninfômana, alcoólatra e escandalosa, mas fazemos uma boa dupla no submundo das investigações sexuais. Isso, evidentemente, quando ela não tá de porre ou menstruada, não tá em suas crises de ciúme ou não tá dando feito doida por aí pelos bueiros, ô mulher barata. Fora isso, ela é ótima. E adoro quando ela atende o telefone, com sua vozinha sexy: Errikelmer Investigações Sexuais, bundiiiiinhaaa… E semana passada comprou meia nova, com uns desenhos tribais, um escândalo. Vou te contar, se Tábata fosse mais altinha, acho que eu pegava.

 

(Leia aqui a continuação deste capítulo. Exclusivo para leitor vip)

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Ricardo Kelmer 2012 – blogdokelmer.com

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Ilustração: Liliana Ostrovsky

> A rabada da turca loca – O primeiro caso da dupla Errikelmer e Tábata. Acesso exclusivo para Leitores Vips (basta digitar a senha correspondente ao ano da postagem). Ainda não é Leitor Vip? Vamos resolver isso agora, clique aqui.

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CASOS DA DUPLA ERRIKELMER E TÁBATA

O mistério da morena turbinada – Aí um dia ela, inocentemente, leva o computador numa loja pra consertar. Algum tempo depois dezenas de fotos suas estão na rede, inclusive fotos íntimas

O mistério da cearense pornô da California – Uma artista linda e gostosa, intelectual e transgressora, que adora perversões e entre uma orgia e outra luta pela liberação das mulheres?

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Por trás do sexo anal (1) – Se esotérico significa a parte mais oculta de uma tradição ou ensinamento, aquilo que somente iniciados alcançam após muito estudo e dedicação, então o sexo anal é o lado esotérico do sexo

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COMENTÁRIOS
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01- hahahahaha sensacional! tava com saudade desse seu lado mais sacana, sei lá. já tava achando que vc tava ficando mais careta. quer dizer que toda vez que vc chega em casa a barata da Tabata tá na tua cama? muito fofa e muito carismática ela, vai fazer o maior sucesso. hehe bjs. Wanessa Bentowkski, Fortaleza-CE – nov2012

02- É muita criatividade num texto só!!! Genial! Alice Alba, Blumenau-SC – fev2016

03- Grande texto, Ricardo Kelmer. Parabéns, meu velho! Giba Carvalho, Recife-PE – fev2016

04- Muito bom. Texto alucinado, do jeito que eu gosto. A ilustração tá ótima também. Teo Ponciano, São Paulo-SP – fev2016

05- essa tábata é um barato! … ôps… não exatamente… rsrsr… Arnaldo Afonso, São Paulo-SP – fev2016

06- Sou fã demais da Tábata! – Nem Kafka alcança esse barato! Dayane Moura Herculano, Fortaleza-CE – fev2016

07- Risos…texto grande e grande texto. ShoW! Regina Zamora, São Paulo-SP – fev2016

08- Ótimo! Cristiane Bastos, Taíba-CE – fev2016

09- Adorei!!! Celina Bezerra, Fortaleza-CE – fev2016

10- kkkkkkkkk !! Tive que ler ao som de “Vista a roupa meu bem” mesmo. Leite Neto, Fortaleza-CE – fev2016

11- Minha personagem kelmérica preferida. Kkkk. Paula Izabela, Juazeiro do Norte-CE – fev2016

12- otimo, parabéns! Jan Hillen, Foz do Iguaçu-PR – fev2016

13- Nunca me lembraria de chamar cu frito aos calamares Emoticon tongue gosto dessa Tábata, principalmente porque voa! Aqui não há baratas voadoras…. Susana X Mota, Leiria-Portugal – fev2016

14- Brasileiro tem alcunha para tudo! Francisco Fontenele Veras Neto, Lourinhã-Portugal – fev2016

15- Só tu! Ô cara criativo da gota. Virgínia Ludgero, Lourinhã-Portugal – fev2016

16- Ricardo Kelmer, tu é fera! Roberto Maciel, Fortaleza-CE – fev2016

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Desculpem o atraso

08/03/2015

08mar2015

Em alguns minutos ela começaria a palestra, quando a mensagem chegou…

DesculpemOAtraso-01

DESCULPEM O ATRASO

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O salão do hotel estava lotado para sua palestra Feminismo no Século 21. Antes de começar, seu celular fez o bip que ela tão bem conhecia. Leu a mensagem e suspirou… E correu para o elevador. Na suíte do nono andar, ele a recebeu, repreendeu-a pela demora e a estapeou. E ordenou que ficasse nua. De coleira e acorrentada, ela docilmente lambeu seus pés. Quando ele a pôs de quatro e a segurou forte pela cintura, ela tremeu de expectativa, antevendo o instante seguinte: ele montado sobre ela, o pau inteiro enfiado em sua bunda, e ela agradecida pela honra de servi-lo… Meia hora depois ela agradeceu os aplausos, desculpou-se pelo atraso e iniciou a palestra. No rosto, a expressão compenetrada. No cu, a lembrança do gozo de seu senhor.
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Ricardo Kelmer 2014 – blogdokelmer.com

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> BDSM na Wikipedia – BDSM é a sigla de Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão e Sadomasoquismo. Na Wikipedia há informações básicas bem organizadas.

> Submissas na cama, mas não na vida – elas são feministas e adeptas do BDSM – Matéria do UOL, 18.12.17

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MAIS MINICONTOS

PrazerProibido-07aPrazer proibido – Um miniconto sobre mães e filhas

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Me estupra, meu amor – Fantasiar ser estuprada é uma coisa – querer ser estuprada é outra coisa totalmente diferente

Dona de mim – Dona de mim já não sou mais / Quando aos teus pés me ajoelho assim / E em teu olho a chama do desejo atiça / A mulher louca e submissa que há em mim

A entrega – Memórias eróticas (Toni Bentley, Editora Objetiva/2005) – A bailarina filosofa sobre sua profunda experiência de amor e submissão através do sexo anal

Vocês Terráqueas – Seduções e perdições do feminino – Livro de contos e crônicas sobre a mulher

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DesculpemOAtraso-01b.

 


Prosa, meu amor

26/07/2014

26jul2014

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PROSA, MEU AMOR

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Prosa, meu amor
Tua boca me pede bem dengosa
E eu, que só quero um pretexto
Cedo à luxúria do texto
E me deito em prosa pra você

Minha prosa, meu amor
Nasce de entranhas murmurantes
E pulsa na veia da palavra urgente
Num crescente espasmo de ânsia louca…
Eu fecho os olhos, estremeço
E proso em tua boca

Ah, a prosa toda que jorra
A prosa expulsa que tua boca aprova
A prosa que escorre da boca
A boca que absorve toda prosa

E essa exaustão derramada que vem depois
Esse morno e suave entorpecer
Onde descanso no beijo grato da tua boca
E provo o gosto da minha prosa por você

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Ricardo Kelmer 2013 – blogdokelmer.com

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> Mais poemas e músicas

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01- a prosa ….. Jacques Josir Ribeiro, Santo André-SP – jul2014

02- ♥ Sandra Regina, Curitiba-PR – jul2014

03- Adorei. Tais Barrenha, Assis-SP – jul2014

04- Huuuuum, udo tão dengoso! Renata Kelly, Fortaleza-CE – jul2014

05- Adorei! Ligia Eloy, Lisboa-Portugal – jul2014

06- Wow, que abunde a prosa, pois a poesia sou eu. Dorah Andrade, São Paulo-SP – jul2014

07- Muito, muito bom! Alice Alba, Blumenau-SC – jul2014

08- Kelmer.. Kelmer.. Haha.. Herliândia Costa, Fortaleza-CE – jul2014

09- Vc é demais Kelmer!!!!!!! Cai Duarte, São Paulo-SP – jul2014

10- Me prosa, me prova , me apossa….belissima prosa ! Michele SJ, Fortaleza-CE – jul2014

11- uau!! Renata Regina, São Paulo-SP – ago2014

12- Ô menino libidinoso! Ana Erika Oliveira Galvao, Fortaleza-CE – ago2014

13- kkkkkkkkkkkk. Janilda Oliveira, Fortaleza-CE – ago2014

14- Grande Ricardo Kelmer. Luiz Antonio Lima Alencar, Fortaleza-CE – ago2014

15- Eita que essa prosa é perigosa! rs. Tereza Cristina da Silva, Fortaleza-CE – ago2014

16- menino cheio de prosa! Shirlene Holanda, São Paulo-SP – ago2014


Por trás do sexo anal (3)

21/06/2014

21jun2014

Algumas mulheres relatam que no sexo anal são justamente os maiores paus que lhe dão a tal sensação arrebatadora de preenchimento absoluto, que o sexo vaginal não dá

PorTrasDoSexoAnal3-03

POR TRÁS DO SEXO ANAL (3)

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A convite da repórter Yannik D’Elboux, do UOL, respondi a algumas perguntas para uma matéria sobre sexo anal, que foi publicada na seção Mulher em 10.06.14. Leia a matéria aqui.

01- Por que você acha que os homens têm tanta fixação por sexo anal?
RK: Porque, de fato, é muito prazeroso.

02- O que existe de tão prazeroso para o homem no sexo anal com uma mulher?
RK: Um dos fatores é o prazer físico, causado pela pressão do cu em torno do pau. Os outros fatores são psicológicos, ligados a fantasias de dominação-submissão, e também aos tabus culturais, afinal o que é proibido é mais gostoso. Há um outro fator, este ligado ao próprio prazer feminino: existem mulheres que sentem um prazer mais intenso no sexo anal, mais selvagem, mais safado, e isso as transforma, o que também intensifica o prazer do homem.

03- O prazer é por causa da sensação física ou pela situação de submissão da mulher?
RK: Acho que respondi na pergunta anterior. Mas tem algo curioso sobre a questão da submissão. Há mulheres que relatam que no sexo anal elas se sentem mais poderosas. Sim, isso soa contraditório, mas talvez se sintam assim por ver o forte efeito desse tipo de sexo no homem, e por perceber que, de certa forma, no sexo anal são elas que estão no comando da situação, inclusive porque, se a iniciativa não costuma ser delas, a palavra final sempre é.

04- Suas parceiras geralmente topam fazer sexo anal facilmente?
RK: Sim. E nem sempre sou eu quem toma a iniciativa.

05- Será que a pornografia, em que o sexo anal é frequente, não é uma influência forte para os homens de hoje nesse desejo?
RK: Talvez seja uma influência atual, mas a prática do sexo anal é bem anterior à pornografia massificada que temos hoje.

06- Sexo anal é mais gostoso do que vaginal?
RK: Eu adoro sexo vaginal, mas acho sexo anal mais gostoso e excitante. E como, para mim, o prazer dela é fundamental para o meu próprio, é preciso que a mulher também goste.

07- As mulheres geralmente reclamam que sexo anal dói muito, por essa razão acabam não querendo satisfazer o desejo do homem. Causar dor e sofrimento a uma mulher não incomoda?
RK: A mim, não só incomoda como inviabiliza tudo. Mas sexo anal requer ainda mais cuidado e paciência, e é comum que as mulheres topem com homens indelicados ou inexperientes, e aí temos a figura clássica da mulher traumatizada com sexo anal, que abomina a prática e acha impossível que uma mulher possa verdadeiramente sentir prazer pelo cu.

08- Na sua experiência, existem mulheres que apreciam o sexo anal? O prazer depende da habilidade do homem?
RK: Claro que existem, mas como é um tabu, são pouquíssimas as mulheres que assumem que gostam. Um sexo anal prazeroso depende da habilidade do homem, claro, mas também da mulher, de seu desejo, capacidade de relaxar e conhecimento do próprio corpo. Para os casais iniciantes, é um aprendizado a dois, e isso requer tempo e intimidade. É comum a ideia de que homens bem dotados sempre machucam a mulher no sexo anal, mas isso não é necessariamente verdade. Algumas mulheres relatam que no sexo anal são justamente os maiores paus que lhe dão a tal sensação arrebatadora de preenchimento absoluto, de um modo que o sexo vaginal não dá.

09- Não acha que hoje em dia sexo anal virou muito obrigação, no sentido de que se não ceder fazer o homem irá procurar outra mulher que faça?
RK: Espero que não, sexo por obrigação não é muito agradável. Se o sexo anal é muito doloroso para uma mulher, acho difícil que ela consiga suportá-lo apenas por medo de perder o parceiro. E que homem é esse, que não percebe que está machucando sua parceira? Aliás, que relacionamento é esse?

10- A maioria dos homens quer fazer sexo anal, mas poucos aceitam também experimentar o prazer anal. Se é tão bom, por que os homens também não topam experimentar? Não acha isso incoerente e machista?
RK: Acho que a maioria dos homens heterossexuais teme a própria a sexualidade, com medo da possibilidade de ser ou de pensarem que ele é homossexual. Na cultura machista em que vivemos, é mesmo difícil para os homens entender que o corpo inteiro é uma fonte natural de prazer, e que homossexualidade significa sentir atração por homens, e nada tem a ver com o modo como se sente prazer com uma mulher.
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Ricardo Kelmer 2014 – blogdokelmer.com

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Uma advogada que adora fazer sexo por dinheiro… Um ser misterioso e sensual que invade o sono das mulheres… Os fetiches de um casal e sua devotada e canina escrava sexual… Uma sacerdotisa pagã e seu cavaleiro num ritual de fertilidade na floresta… A adolescente que consegue um encontro especial com seu ídolo maior, o próprio pai… Seja provocando risos e reflexões, chocando nossa moralidade ou instigando nossas fantasias, inclusive as que nem sabíamos possuir, as indecências destes 23 contos querem isso mesmo: lambuzar, agredir, provocar e surpreender a sua imaginação.

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MAIS SOBRE SEXUALIDADE FEMININA

OIncubo-06O íncubo – Íncubos eram demônios que invadiam o sono das mulheres para copular com elas – uma difundida crença medieval. Mas… e se ainda existirem?

Lolita, Lolita – Ela é uma garotinha encantadora. E eu poderia ser seu pai. Mas não sou

A gota dágua – A tarde chuvosa e a força urgente do desejo. Ela deveria resistir, mas…

A torta de chocolate – Sexo e chocolate. Para muita gente as duas coisas têm tudo a ver. Para Celina era bem mais que isso…

O mistério da cearense pornô da California – Uma artista linda e gostosa, intelectual e transgressora, que adora perversões e, entre uma e outra orgia, luta pela liberação feminina

Vocês Terráqueas – Seduções e perdições do feminino – Livro de contos e crônicas sobre a mulher

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DICA DE LIVROS E SITES

A entrega – memórias eróticas (Toni Bentley, Editora Objetiva/2005) – A ex-bailarina filosofa sobre sua profunda experiência de amor e salvação por meio da submissão no sexo anal

A prostituta sagrada – A face eterna do feminino (Nancy Qualls-Corbett, Editora Paulus, 1990) – Este livro mostra como nossa vitalidade e alegria de viver dependem de restaurarmos a alma da prostituta sagrada, a fim de nos proporcionar uma nova compreensão da vida

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PorTrasDoSexoAnal3-03a


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