Protegido: As taras de Lara – Como não perder a virgindade (VIP)

18/04/2018

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As taras de Lara – Como não perder a virgindade

18/04/2018

18abr2017

Lara decidiu finalmente perder a virgindade

AS TARAS DE LARA – COMO NÃO PERDER A VIRGINDADE

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A ideia foi da amiga Didica. Por que as duas não perdiam a virgindade juntas, com o Jorge? Sim, com o Jorge, que era da família, de confiança, e afinal Lara já transava com ele havia cinco meses, não seria muita novidade. Só fizeram anal, é verdade, por conta do pavor que Lara tinha de engravidar, mas agora seria pela frente. E adeus time das virgens, ufa!

– Até que não é uma má ideia… – respondeu Lara, considerando que sendo as duas juntas, se sentiriam mais seguras. E nossa menina fez as contas: um mês que não transava, um mês!, tempo demais, já passava da hora.

Então combinaram que convidariam Jorge para ir ao cinema, um inocente cineminha, mas no caminho anunciariam que o que queriam na verdade é que ele fosse o primeiro homem delas, e naquela noite. Ele certamente não recusaria tão nobre missão.

Durante dias, Lara preparou-se para a grande noite. Pesquisou informações em dezenas de sites, para se assegurar de que não engravidaria. Comprou lingerie nova. Até cortou o cabelo. Finalmente saberia o que é ter um pau na buceta. Poderia ser ainda mais prazeroso que no cu?

Conforme o combinado, às oito da noite Jorge parou o carro em frente ao prédio de sua prima Didica e aguardou. Cinco minutos depois, Didica e Lara desceram. Os vestidos curtos, os sapatos de salto e a maquiagem forte lhes davam uma aparência de mais velhas. Pegariam a sessão das nove, um filme de comédia. Dez minutos depois, porém, no meio do caminho, Lara informou, muito séria, que não iriam para cinema coisa nenhuma. Que ele tomasse o rumo do Sabrina´s Motel.

De tão surpreso, Jorge quase bateu o carro. Gaguejou um pouco, dizendo que não sabia chegar lá, mas Lara mostrou o mapa na tela do celular, não tinha erro, só seguir as indicações. No banco de trás, Didica, envergonhada, se esforçava para não rir. Quando chegaram ao Sabrina´s, Jorge ainda não acreditava em sua sorte. Ele parou o carro em frente ao guichê da portaria e baixou o vidro. Olhou a tabela de preços e pediu a suíte mais barata.

– Não! – protestou Lara. – Queremos com hidromassagem. E tudo que tiver direito.

Resignado, Jorge pediu outra suíte, evitando pensar na fatura do cartão de crédito. Mas precisava admitir que o investimento valia a pena, claro que valia. Porém, quando a funcionária pediu os documentos das garotas, ele gelou. Porque só então se lembrou: elas tinham 16 anos.

– Aqui está – disse Lara, entregando para Jorge duas carteiras de identidade. Ele relutou por um instante, mas Lara fez que sim com a cabeça. A funcionária conferiu os documentos, um por um. Jorge sentiu uma gota de suor descendo pelo rosto. Finalmente, a funcionária devolveu as carteiras, com a chave da suíte. Jorge engatou a primeira e saiu.

– Carteiras falsas… – ele murmurou, aliviado –  Vocês podiam ao menos ter me avisado. Quase morri do coração.

– Não, são verdadeiras – respondeu Lara, guardando as carteiras na bolsa. – É pra isso que servem as amigas mais velhas. Né, Didica? – E virou-se para a amiga, que bateu em sua mão espalmada, toda cúmplice.

Ah, nossa esperta menina achou linda a suíte. A decoração suave, os espelhos a embaralhar as imagens, a luz azulada que saía debaixo da cama… Era sua primeira vez num motel, e a primeira vez da amiga também. Estavam ambas encantadas com tudo, embora Didica, ao contrário de Lara, estivesse um tanto nervosa. Ficaram todos descalços, serviram-se de vinho e brindaram. Depois se despiram e foram para a banheira. A água, porém, não esquentou bem e Lara sentiu frio. Tomou mais uma taça de vinho, mas continuou com frio. Então saiu, deixando Jorge e Didica lá. Seria bom para a amiga relaxar, pensou Lara, sorrindo maliciosa para Didica enquanto se enrolava na toalha e voltava para o quarto.

Para animar a festinha, pôs para tocar uma seleção de músicas sensuais que preparara em seu celular especialmente para a noite. Então ligou as luzes piscantes, serviu-se de mais vinho e foi dançar sobre um pequeno tablado, enrolada na toalha. Dançava sozinha, de olhos fechados, viajando na música, caprichando nos movimentos ondulantes. Sentia-se leve. Na verdade, estava aliviada por ter chegado o dia que, desde os treze anos, quando começou a namorar, aguardava com paciência.

Quando se virou, viu a amiga sendo levada nos braços pelo primo. Ele a deitou na cama e os dois se beijaram. Lara achou linda a cena, serviu as taças de todos e pediu mais uma garrafa de vinho. Após isso, sentou-se no sofá, no canto mais escuro, para que Didica não se sentisse intimidada. Assistiria de camarote a amiga perder o cabaço. E depois Jorge faria com ela o mesmo serviço. E adeus time das virgens.

Jorge foi muito cuidadoso, sem pressa nenhuma. Tirou a cueca, depois a calcinha de Didica, lentamente. Beijaram-se com ardor, acariciando-se até onde as mãos alcançavam. Depois, ele beijou o corpo da prima da cabeça aos pés, detendo-se nos peitos, na barriga e, por fim, na buceta, que lambeu por um bom tempo, com suavidade, até que Didica, contorcendo-se feito uma cobra, puxou-o para si. Ele a penetrou com calma, atento a qualquer sinal de dor. Mas não foi tão doloroso, como Didica esperava, apenas uma dorzinha aguda que aos poucos foi se diluindo no meio da excitação que sentia. E foi assim que ela consumou seu desejo, deixando para trás seu passado de virgem, enquanto tocava a seleção sensual de Lara, e ela, no escurinho do sofá, só observava.

– Lara, vem também – Didica a chamou, após um tempo. Mas ela não respondeu. – Lara?

Só quando chegou pertinho foi que Didica percebeu que a amiga… dormia profundamente. Ao lado do sofá, viu a segunda garrafa de vinho vazia e entendeu tudo.

– É, tua amiga exagerou na birita – falou Jorge, enquanto cutucava Lara, que nem se mexia. – E agora?

Didica deitou a amiga no sofá, pondo uma almofada sob sua cabeça, e voltou para a cama, puxando o primo pela mão.

– Agora a gente continua, ora.

(continua na área vip)
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As taras de Lara – Desde pequena que Lara só pensa naquilo. E ai do homem que não a satisfaz

Um ano na seca – O que pode acontecer a um homem após doze meses sem sexo?

O último homem do mundo – O sonho de Agenor é que todas as mulheres do mundo o desejem. Para isso ele está disposto a fazer um pacto com o diabo. Mas há um velho ditado que diz: cuidado com o que deseja pois você pode conseguir
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As taras de Lara – Quarta é dia de dar na escada

07/01/2014

07jan2014

Quem te falou pra meter aí? ‒ ela perguntou de imediato, já irritada. E, ela mesma tomando as rédeas do pau do outro, direcionou-o no rumo certo. ‒ Nunca comeu uma bunda, não?

AsTarasDeLara-12

QUARTA É DIA DE DAR NA ESCADA
As taras de Lara
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No aniversário de dezesseis anos, Lara ganhou dos pais um celular novo. De dona Eudora, particularmente, ganhou um novo ursinho de pelúcia e, numa conversinha particular de mãe para filha, ganhou também a revogação da proibição de namorar. Lara teve vontade de dizer: Namorar oficialmente, né? Mas ela não era de cometer esse tipo de indelicadeza, de forma que sorriu agradecida e abraçou a mãe, que a beijou com muito carinho, porém… com uma forte suspeita de que aqueles doze meses de proibição de namorar não serviram de nada: ela conhecia bem a filha e sabia que por trás daquela carinha de bebê que teimava em não ir embora, ardia o tal fogo que castigo nenhum consegue apagar.

Para a menina Lara, que já não era mais tão menina assim, a permissão dos pais não mudaria muita coisa na prática. Fazia apenas um mês que ela havia terminado o namoro secreto com Fabinho e, em três anos, era a primeira vez que estava solteira. Se, por um lado, não tinha nenhum homem para chamar de seu, por outro lado estava livre para ter novas experiências. E era exatamente isso que ela queria: experimentar.

Um mês que não transava. Isso era demais para quem desde os catorze anos nunca havia ficado uma semaninha sequer sem sexo. Sexo anal, claro, que ela ainda não havia se livrado do pavor de engravidar. E agora, um mês na seca total. Além do calor insistente no meio das coxas, Lara descobriu que o tesão acumulado a deixava com um mau humor dos infernos.

Naquela mesma noite do aniversário de dezesseis anos, deitada na cama, sem sono, e lembrando das transas com Fabinho, ela não resistiu ao charme do Nicolau. Foi esse o nome que ela deu ao novo ursinho. De repente, lá estava o Nicolau entre suas pernas, peludinho, quentinho… Sim, nunca havia sentido prazer com masturbação, mas é que o Nicolau tinha um focinho interessante, anatomicamente perfeito para os dengos solitários. Foi uma noite memorável. Com Nicolau, Lara finalmente descobria para que servia o tal do clitóris. Em seu blog secreto, ela deixou registrado: Ganhei uns presentes legais mas o melhor foi aprender a ter prazer sozinha O que a secura não faz, heim!

Até que Nicolau ajudou nossa menina naquela noite e nas seguintes, mas não era a mesma coisa que sexo, né? Por isso, dias depois Lara já estava novamente mal-humorada. No colégio havia uns caras interessantes, e ela estava quase se decidindo por um loirinho metido a poeta, o Juca, que já havia inclusive feito um poema para ela… mas ela queria experimentar algo diferente. Queria homens mais velhos. É, meu camarada Juca, você chegou na hora errada.

Quando a seca atingiu o calamitoso nível dos dois meses, e Lara já estava até chupando maçaneta, finalmente aconteceu, ufa. Foi numa quarta-feira. Toda quarta ela ia diretamente do colégio para o apartamento da colega Didica, para estudarem juntas. Nesse dia o Jorge, primo da amiga, apareceu por lá para consertar uma tevê. Foi ele entrar na sala para Lara sentir novamente o velho e conhecido fogo a lhe subir pelas coxas, e aí, cadê que ela conseguia se concentrar na tabela periódica? Jorge tinha vinte e sete anos, trabalhava numa oficina de eletrônicos e não era muito bonito, mas tinha um jeitão de homem rude que seu ex Fabinho estava longe de ter, e Lara simplesmente adorou aquilo. Até então o único homem com quem transara foi Fabinho, que tinha quase a sua idade.

Pois a danadinha não perdeu a chance: levantou da mesa, foi ao banheiro e, na volta, passando pela amiga, disse-lhe que iria descer à rua para comprar chocolate. E, na saída, pôs discretamente na mão do Jorge um papelzinho dobrado. Dez minutos depois os dois se encontraram na penumbra da escada, entre o nono e o décimo andar. Ele puxou-a para um beijo, que Lara aceitou, mas só por uns segundos ‒ ela rapidamente se agachou, abriu a calça do moço, pôs seu pau para fora e começou a acariciá-lo. Pego de surpresa, Jorge olhou ao redor, preocupado, enquanto Lara passava a punhetá-lo, determinada a fazer aquele pau endurecer de qualquer maneira, e logo. Aliás, era um pau bem diferente do de Fabinho, ela percebeu, um pouco menor e meio tortinho para o lado… Bem, depois de dois meses de secura, é a tal coisa: um pau é sempre um pau e vamos nessa.

Percebendo que a menina estava realmente decidida, e não era todo dia que esse tipo de coisa acontecia na vida do cidadão trabalhador, muito menos com colegiais lindas e angelicais na penumbra das escadas, Jorge apoiou as costas na parede e tratou de aproveitar. E quando sentiu a boca da menina a envolver gulosamente seu pau, como se chupasse o derradeiro picolé do mundo, a boquinha maciazinha a ir e vir num movimento contínuo e ritmado, ele achou que estava sonhando, sim, era isso, estava sonhando… E Lara, percebendo que por fim alcançava seu intento, afastou-se, pôs na mão dele uma camisinha, debruçou-se sobre o corrimão da escada, suspendeu a saia e tirou a calcinha, exibindo a bunda nua. Pegou o sachê de gel íntimo, que sempre levava na bolsa para emergências, rasgou a ponta e passou no cu. Depois, com as duas mãos, afastou bem as nádegas e ralhou com o cara: Não acredito que tu vai ficar aí parado…

Jorge, coitado, se já não acreditava no que acontecia, passou a duvidar mesmo. Não, não era possível, a amiga da sua prima, Mara, Nara, algo assim, que havia acabado de conhecer, rostinho lindo de bebê, estava lhe mostrando a bunda, pedindo para ser fodida ali mesmo, na escada do prédio, às quatro e quinze da tarde, e com o uniforme do colégio. É, Jorge, milagres acontecem.

‒ Mete logo, porra! ‒ quase berrou Lara, impaciente, fazendo o rapaz voltar a si. Ele, então, pôs rapidamente a camisinha, posicionou o pau e começou a meter. ‒ Quem te falou pra meter aí? ‒ ela perguntou de imediato, já irritada. E, ela mesma tomando as rédeas do pau do moço, direcionou-o no rumo certo. ‒ Nunca comeu uma bunda, não?

AsTarasDeLara-14Jorge, cada vez mais surpreso, tratou de obedecer. Caramba, aquela menina, de anjinho só tinha a cara… Sim, já comera vários cus na vida, mas daquele jeito, como se fosse um escravo mandado da senhorinha do engenho agoniada da boca suja, era a primeiríssima vez. E Lara, cada vez mais excitada com a situação, por estar dando o cu na escada do prédio da amiga, para um cara mais velho e desconhecido, e porque a qualquer momento alguém podia aparecer, não demorou para começar a sentir aquela onda de vertigem gostosa a tomar conta de seu corpo, aquela conhecida sensação de se abandonar e se deixar levar pela onda, aquela coisa louca, aquela… Gozou forte, gozou loucamente, gozou com alívio, descarregando a tensão acumulada, e com uma saudade absurda de gozar com um pau todo enfiado no rabo. Ô coisa boa, ô coisa boaaaa!!!, ela gritava para o mundo inteiro ouvir, a última sílaba contorcendo-se pelo infinito, ou não, na verdade gritava só em pensamento mesmo e o eco reverberava pelas paredes de seu próprio corpo, ou não, não, era para fora que gritava mesmo, sem medo que o mundo inteiro pudesse ouvir, aliás, era isso que queria mesmo, que o mundo todo ouvisse o som de sua felicidade: ô coisa boaaaaaaaaaaaaaa!!!!!

Pouco depois ela subia a escada, ainda tontinha de prazer, deixando para trás um Jorge de pau duro e com cara de quem não entendeu porra nenhuma, e tocou a campainha do apartamento da amiga. Momentos depois, ante as insistentes e irrelevantes perguntas da outra, que cara é essa, aquele grito foi seu, o que aconteceu, ela só conseguiu responder: Amiga, hoje não estudo mais nada. E caiu no sofá, desfalecida. Não vai me dizer que você e o Jorge, vocês dois, Didica perguntou e correu para ajoelhar-se ao lado do sofá, sacudindo a amiga, curiosíssima para saber o que podia ter acontecido naqueles dez minutos, anda, Lara, responde. De olhos fechados, Lara apenas sorriu, feliz, e sussurrou, dessa vez para si mesma: ô coisa boa… E enquanto a outra implorava, me conta, por favor, me conta, Lara sentiu-se de volta à vida, à verdadeira vida, e procurava entender como pudera ficar dois meses sem aquilo, como, como?

Foi nessa quarta-feira, exatamente nesse momento, no apartamento da amiga Didica, que aconteceu o célebre juramento: a menina Lara jurou para si mesma que jamais se deixaria privar novamente por tanto tempo do melhor de tudo que a vida tinha para lhe dar. Nunca mais mesmo, não importava o que tivesse de fazer. Nunca, nunca mais.

(continua)
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Ricardo Kelmer 2012 – blogdokelmer.com

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01- Mas… a história não termina! Ô, Ricardo, isso não se faz!!! Luc Lic, São Paulo-SP – jan2014

02- Coisa boa esse conto..srrs..adorei!!! Thais Guida, Rio das Ostras-RJ – jan2014

03- Adoro a Lara! Samara Do Vale, Fortaleza-CE – jan2014

04- Esse conto… que conto quente!! Fez o meu próprio fogo no rabo subir!! Logo eu, logo eu que gosto tanto de sexo anal! Aquele fogo entre as pernas que vai indo pra trás… que deixa o cu latejando pedindo por algo dentro dele. Tomara que Lara dê logo a frente… mas aviso… ela nunca vai querer deixar de dar por trás… Larah, Fortaleza-CE – jan2014


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07/01/2014

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As taras de Lara – Começando por trás

28/11/2009

28nov2009

De costas pro namorado e sempre vigiando o espelho, ela guiou-o pra dentro de sua bunda com urgentes e desajeitados movimentos de sobe e desce

AsTarasDeLara-01

AS TARAS DE LARA – COMEÇANDO POR TRÁS

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Lara tinha 13 anos quando o fogo avassalador dos desejos lançou suas primeiras labaredas sobre ela. Foi na época em que começou a namorar Fabinho, que era três anos mais velho e que se apaixonara à primeira vista pela menina de formas já bem arredondadas e de jeitinho muito sapeca que um dia ele conheceu na fila para ver Harry Potter. Seo Gilson e dona Eudora se assustaram com a precocidade da filha única, tão novinha e já querendo namorar sério, mas consentiram que Fabinho a visitasse aos sábados, e só, que era para não atrapalhar os estudos.

Numa noite, quando o namoro já contava um ano, e como sempre acontecia quando ele a visitava, seus pais ficaram na sala vendo TV enquanto eles namoravam comportadinhos que nem dois anjinhos no sofá da varanda. Quando acabou a novela, seo Gilson, como sempre, perguntou se eles queriam ver algo na TV e Lara disse que não. Ele desligou o aparelho e, antes de se recolher ao quarto com a mulher, pediu que a filha não esquecesse de apagar as luzes. Era seu modo sutil de dizer que Lara tinha cinco minutos e nem um segundo a mais para botar o namorado para correr.

– Pode deixar, papis. Boa noite, durma bem – respondeu a menina Lara, meiga e obediente como sempre, a menininha do papai.

Pelo espelho na parede da sala, que ela tratava de manter sempre estrategicamente posicionado, Lara viu os pais entrando no quarto e fechando a porta. Então, rapidamente, abriu a calça do namorado, pôs seu pau para fora e começou a lhe tocar uma punheta. Como não havia prédio vizinho e a única ameaça à privacidade do jovem casal vinha de dentro, Lara nesses momentos ficava vesga: era um olho no peixe e o outro lá, no espelho da parede. E os ouvidos hiperatentos a qualquer som que viesse do corredor.

Fabinho marcou o tempo em seu relógio, recostou-se no sofá, fechou os olhos e tratou de aproveitar, como vinha fazendo nas últimas semanas, desde que a namorada aprendera a nobre arte da punheta completa, com direito a chupar e engolir, e tudo em cinco minutos. Dessa vez, porém, Lara suspendeu o ato pela metade e, sem avisar, puxou da bolsa e lhe entregou uma camisinha, dessas que já vêm lubrificadas. Fabinho, surpreso, demorou alguns segundos para reagir, ô Fabinho. Mas felizmente reagiu e, no instante seguinte, pluft, a camisinha já estava posta no devido lugar. Lara então suspendeu a saia, baixou a calcinha e sentou sobre o pau ereto, tudo feito num silêncio de mosteiro. De costas para o namorado e sempre vigiando o espelho, ela guiou-o para dentro de sua bunda com urgentes e desajeitados movimentos de sobe e desce, sentindo mais prazer que dor, enquanto Fabinho, ainda meio abobalhado, simplesmente não acreditava que estava enrabando sua namorada.

Dois minutos depois o corpo do garoto sacudiu-se todo e ele gozou, mordendo o próprio braço para não fazer barulho. Lara, envolta na inebriante sensação que lhe dava aquele tubo de carne pulsante em seu cu, prosseguiu subindo e descendo, querendo mais, porém Fabinho pediu que ela parasse, só um pouquinho. Mas ela realmente queria mais, estava muito bom, e continuou, ainda mais forte, o que obrigou o namorado a afastá-la de uma vez. A contragosto, ela levantou-se e Fabinho mostrou-lhe o relógio: cinco minutos. Ela suspirou, resignada, melhor não abusar da sorte, e teve de se contentar com chupar o resto de gozo que ficara no pau semiamolecido. Após se recomporem, Lara o acompanhou até a porta e se despediram, Fabinho parecendo um zumbi, ainda sem acreditar.

E ela? Ah, Lara dormiu feliz, quase eufórica, abraçada ao ursinho de pelúcia: agora não era mais virgem. Aos 14 anos, sentia-se de repente mais adulta, sentia-se especial, era uma sensação maravilhosa. Mas junto da felicidade havia um sabor de desapontamento, por não ter feito mais, fora tão pouco, tão pouquinho… E por que pelo cu? Porque tinha verdadeiro pavor de engravidar – um ano antes sua prima embuchara por causa de uma camisinha furada e um aborto malsucedido quase a matara. O conselho, pois, veio justamente da prima: Dá o cu, Larinha, que nunca vai ter perigo de pegar barriga. Conselho seguido. E em seu blog secreto, que só ela podia acessar, Lara no outro dia deixaria o registro da experiência: Ameeei dar o cu Prazer em ondinhas Caraca, a gente se sente tão safada Quero maisssssssssssss.

(continua)
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Ricardo Kelmer 2009 – blogdokelmer.com

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01- GENIAL!!!!!!!! André de Sena, Recife-PE – nov2009

02- tem mais o que fazer não?!!!! Magna Mastroianni, São Paulo-SP – nov2009

03- Já vi começarem por cima, por baixo, agora por trás… kkkkkkkkk. Paula Izabela, Juazeiro do Norte-CE – nov2009

04- Gostei da Tara ops, da Lara! Na minha adolescencia que não foi nem um pouco transviada, conheci uma Lara, ela me fez pensar muito no que podemos descobrir!!! rs beijos e sucesso! Wilza Manzur, Rio de Janeiro-RJ – dez2009

05- Começar por trás deve ser massa! rsrsrs. Laisa, Belém-PA – dez2009

06- As taras de Lara…hummmmmmmmmmmmmmmm. Drica, Jundiaí-SP – dez2009

07- hj eu lí no trabalho as taras de Lara,e todo o final das suas fotos sensuais.olha vou te confidenciar uma coisa,vc não pertence a este mundo,vem cá de onde vc é heim?Marte,Venus,rsrsrsr.bjus. Lucia, Fortaleza-CE – dez2010

AsTarasDeLara-01a


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28/11/2009

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No carro com Lara

14/02/2009

14fev2009

Ela quase desanimou. Quase. Porque enxergou uma última saída. Tá bem, então nada de motel, dariam umazinha no carro mesmo

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NO CARRO COM LARA
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Noite dessas Lara foi com o namorado para um bar e tomaram umas caipiroscas. Lara estava bem tarada essa noite, mais que o normal, que já é exagerado. Ela cismou que queria ir para o motel, queria porque queria.

– Desde quarta-feira que a gente não transa, Clodomir.

– Lara, quarta foi anteontem…

– Então? Dois dias sem nenhum sexozinho.

Clodomir tentou argumentar, já estava muito tarde, quase meia-noite. Nunca é tarde para o desejo, ela respondeu, guiada mais pela necessidade do que pela filosofia. Ele lembrou que estava sem dinheiro. Paga no cartão, ela insistiu, o Deliryus parcela em cinco vezes. Ele apelou: Lara, eu trabalhei demais esta semana, tô pregado, vamos deixar pra amanhã…

Ela quase desanimou. Quase. Porque enxergou uma última saída. Tá bem, então nada de motel, dariam umazinha no carro mesmo, que estava estacionado um pouco depois do bar, num cantinho mais discreto da rua, jogo rápido, ele não ia cansar nadinha. Clodomir suspirou, resignado.

Dez minutos depois Lara reclinou o banco do carona, tirou a calcinha, ergueu a saia e deitou-se, os pés apoiados no console, as pernas abertas. Abertas não, escancaradas. Clodomir, coitado, fez o que pôde. Indo e vindo sobre ela, o suor escorrendo pelo rosto, um calor danado por causa dos vidros fechados, ele era um olho no peixe e outro no gato, preocupado com a segurança, podia aparecer alguém, um assaltante, hoje em dia não se pode vacilar, ops, dobrou um carro na rua, não, passou direto, tudo bem…

Mas tá pensando que Lara queria saber de segurança? Que nada! Estava tão tarada que em três minutos gozou, gozou que nem uma louca condenada, gritando dentro do carro, o carro que já estava com os vidros todos embaçados, um pé chutou e arrancou o espelho retrovisor, o outro quase quebrou o tocacedê, um escândalo. Quando Clodomir se preparava para sair de cima dela, Lara o puxou de volta, queria mais, agora queria de quatro, vem, meu gatão endiabrado, vem logo, taradão da lagoa negra…

– Ah, não, Lara – ele protestou, e explicou paciente: – Não vamos abusar da sorte, tem muito assalto por aqui, é sério.

– Que assalto que nada, vem logo, cacete!

Mas ele não foi. Em vez disso, fechou a calça e voltou para o seu banco, pô, alguém ali tinha que ter um mínimo de juízo. Lara, ainda arfando, olhou bem séria para o namorado. Depois, devagar e silenciosamente, vestiu a calcinha, ajeitou a saia e voltou o banco para a posição normal. E não falou mais nada até chegar em casa, uma tromba deeeesse tamanho. Clodomir estava impressionado com aquele drama todo, mas não sabia se ria ou levava a coisa a sério. Eles namoravam fazia pouco tempo e ele nunca a vira daquele jeito.

– Caramba, Lara, você ficou com raiva mesmo, heim?

– Acho melhor você ir mais depressa. Tá tarde, lembra? – foi tudo que ela disse, fria que nem uma espiã alemã.

Mal ele parou o carro em frente ao prédio dela, Lara abriu a porta e saiu. Em vez do beijo de despedida, apenas um a gente se fala amanhã. E entrou. E Clodomir ficou lá, olhando para o nada, sem acreditar.

No dia seguinte ela ligou envergonhada e pediu desculpas. Clodomir aceitou, claro, e eles deram boas risadas, estava tudo bem. Mas agora Clodomir já sabia: com Lara jamais haveria argumento bom o suficiente. Quando ela quisesse, ai dele se não correspondesse.
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Ricardo Kelmer 2008 – blogdokelmer.com

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AsTarasDeLaraLogo-01aAs Taras de Lara – capítulos publicados

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