31jan2018
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As Preciosas do Kelmer é uma revista que criei no Facebook. Ela é feita de dicas e comentários sobre variados assuntos, com ênfase no feminino. A periodicidade é mensal, funciona por meio de uma única postagem que abasteço com subpostagens e os leitores podem comentar a qualquer momento e até sugerir assuntos. Por seu caráter dinâmico e interativo e por construir-se a cada dia, eu diria que é uma revista orgânica. A capa da revista é a própria imagem da postagem.
Meu objetivo com As Preciosas é dar vazão à minha necessidade de comentar fatos do cotidiano. Pra mim, o Facebook é ideal pra isso. Aqui no blog postarei a edição finalizada de cada mês. Espero que você goste.
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AS PRECIOSAS DO KELMER
Dicas e pitacos para o mês
#64, jan2018
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Capa do mês: Liliany Sá, cantora brasileira
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*** MULHERES CONTRA OS EXAGEROS FEMINISTAS
Seu manifesto conseguiu semear o caos na França e em boa parte do mundo. A escritora e crítica de arte Catherine Millet, autora do best-seller A Vida Sexual de Catherine M., é uma das cinco mulheres por trás do manifesto contra o #MeToo, assinado por 100 personalidades da cultura francesa, lideradas pela atriz Catherine Deneuve, a cantora Ingrid Caven e a editora Joëlle Losfeld. Millet diz que esse movimento, que rotula de “puritano”, favorece a volta da “moral vitoriana”. Ela defende “a liberdade de importunar”, inclusive no sentido físico, considerando-a indispensável para assegurar a herança da revolução sexual.
> Leia sua entrevista para o El País Brasil
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*** RESPONDENDO A CATHERINE DENEUVE
“Temos o direito fundamental de não sermos insultadas, assobiadas, agredidas, estupradas. Temos o direito fundamental de vivermos nossas vidas em segurança. Na França, nos Estados Unidos, no Senegal, na Tailândia ou no Brasil: este não é o caso hoje. Em nenhum lugar”, diz o manifesto, assinado por dezenas de ativistas no jornal independente Médiapart, em reação à carta aberta assinada por Catherine Deneuve, Catherine Millet, Elisabeth Lévy e uma centena de mulheres no jornal Le Monde em 09.01.18.
Já para a editora da revista Causeur, Elisabeth Lévy, signatária da carta aberta, esse movimento (feminista) coloca todos os homens no mesmo saco: “Vivemos um período de histeria coletiva que tenta nos fazer acreditar que todos os homens são porcos”.
E eu, o que acho, eu que costumo me meter nesses assuntos espinhosos, e geralmente levo porrada dos dois lados? Acho que o atual debate é difícil, mas é bem vindo. As grandes mudanças costumam, num primeiro momento, trazer excessos, e isso é natural, pois a água represada, para seguir seu rumo, precisa romper e destruir. Sei que há várias linhas no movimento feminista, e que algumas discordam veementemente entre si, assim como os homens também discordam entre si sobre machismo e sobre as mulheres.
Espero que os homens reconheçam que, mesmo com possíveis excessos, a luta das mulheres por emancipação é mais que justa, é necessária. E espero também que, num segundo momento, estejamos todos mais maduros nesse debate, e que o princípio feminino, historicamente tão oprimido em nossa sociedade, enfim se equilibre ao masculino (yin e yang), tanto na psique das mulheres como na dos homens, e assim cheguemos a uma sociedade mais justa e igualitária, sem opressor nem oprimido. > Mais
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*** HISTERIA COLETIVA E POLÍTICA: TUDO A VER
A estratégia é bem conhecida: escolhe-se uma causa justa que represente bem a mentalidade média de uma população em determinado período (os crimes de pedofilia, por exemplo) e ela é usada de forma sensacionalista e desonesta contra um grupo, uma classe ou um partido, ou mesmo uma ideia, para gerar uma espécie de histeria coletiva e massacrá-los ante a opinião pública.
No Brasil de 2017, muita gente bem intencionada caiu nessa armação e vociferou contra os artistas e os museus, sem saber que agia como massa de manobra.
Por trás desses episódios de ódio e intolerância e de tentativa de censura artística estão milícias políticas ligadas à direita, como o MBL, que esperam colher os frutos dessa estratégia nas eleições e na aprovação de leis e emendas favoráveis aos grupos que representam.
Conheça alguns casos de histeria coletiva e veja como algo banal pode sair totalmente do controle e ocasionar grandes tragédias. > Mais
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*** DUZENTOS ANOS DEPOIS, MARQUÊS DE SADE AINDA NOS FASCINA
Duzentos anos após sua morte, o depravado mor da literatura ocidental ainda nos seduz. Ah, safado… > Mais
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AS PRECIOSAS DO KELMER
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