A mulher selvagem

Ricardo Kelmer 2004

Ela anda enjaulada, é verdade. Mas continua viva na alma das mulheres

AMulherSelvagem-11.

Sua beleza é arisca, arredia aos modismos. Ela encanta por um não-sei-quê indefinível… mas que também agride o olhar. É um tipo raro e não tem habitat definido: vive em Catmandu, mora no prédio ao lado ou se mudou ontem para Barroquinha. E não deixou o endereço. É ela, a mulher selvagem.

Em quase tudo ela é uma mulher comum: pega metrô lotado, aproveita as promoções, bota o lixo para fora e tem dia que desiste de sair porque se acha um trapo. Porém em tudo que faz exala um frescor de liberdade. E também dá arrepios: você tem a impressão que viu uma loba na espreita. Você se assusta, olha de novo… e quem está ali é a mulher doce e simpática, ajeitando dengosa o cabelo, quase uma menininha. Mas por um segundo você viu a loba, viu sim. É a mulher selvagem.

A sociedade tenta mas não pode domesticá-la, ela se esquiva das regras. Quando você pensa que capturou, escapole feito água entre os dedos. Quando pensa que finalmente a conhece, ela surpreende outra vez. Tem a alma livre e só se submete quando quer. Por isso escolhe seus parceiros entre os que cultuam a liberdade. E como os reconhece? Como toda loba, pelo cheiro, por isso é bom não abusar de perfumes. Seu movimento tem graça, o olhar destila uma sensualidade natural… mas, cuidado, não vá passando a mão. Ela é um bicho, não esqueça. Gosta de afago mas também arranha.

Repare que há sempre uma mecha teimosa de cabelo: é o espírito selvagem que sopra em sua alma a refrescante sensação de estar unida à Terra. É daí que vem sua força e beleza. E sua sabedoria instintiva. Sim, ela é sábia pois está em harmonia com os ritmos da Natureza. Por isso conhece a si mesma, sabe dos seus ciclos de crescimento e não sabota a própria felicidade. Como todo bicho ela respeita seu corpo, mas nem sempre resiste às guloseimas. Riponga do mato, gabriela brejeira? Não necessariamente, a maioria vive na cidade. E há dias paquera aquele pretinho básico da vitrine. E adora dançar em noite de lua. Ah, então é uma bruxa… Talvez, ela não liga para rótulos. Sabe que a imensidão do ser não cabe nas definições.

Mulheres gostam de fazer mistério. Ela não, ela é o mistério. Por uma razão simples: a mulher selvagem sabe que a vida é uma coisa assombrosa e perfeita, e viver, o mais sagrado dos rituais. Ela sente as estações e se movimenta com os ventos, rindo da chuva e chorando com os rios que morrem. Coleciona pedrinhas, fala com plantas e de uma hora para outra quer ficar só, não insista. Não, ela não é uma esotérica deslumbrada, mas vive se deslumbrando: com as heroínas dos filmes, aquela livraria nova, um presente inesperado… Ela se apaixona, sonha acordada e tem insônia por amor. As injustiças do mundo a angustiam, mas ela respira fundo e renova sua fé na humanidade. Luta todos os dias por seus sonhos, adormece em meio a perguntas sem respostas e desperta com o sussurro das manhãs em seu ouvido, mais um dia perfeito para celebrar o imenso mistério de estar vivo.

Ela equilibra em si cultura e natureza, movendo-se bela e poética entre os dois extremos da humana condição. Ela é rara, sim, mas não é uma aberração, um desvio evolutivo. Pelo contrário: ela é a mais arquetípica e genuína expressão da feminilidade, a eterna celebração do sagrado feminino. Ela está aí nas ruas, todos os dias. A mulher selvagem ainda sobrevive em todas as mulheres, mas a maioria tem medo e a mantém enjaulada. Ela é o que todas as mulheres são, sempre foram, mas a grande maioria esqueceu.

Felizmente algumas lembraram. Foram incompreendidas, sim, mas lamberam suas feridas e encontraram o caminho de volta à sua própria natureza. Esta crônica é uma homenagem a ela, a mulher selvagem, o tipo que fascina os homens que não têm medo do feminino. Eles ficam um pouco nervosos, é verdade, quando de repente se veem frente a frente com um espécime desses. Por isso é que às vezes sobem correndo na primeira árvore. Mas é normal. Depois eles descem, se aproximam desconfiados, trocam os cheiros e aí… Bem, aí a Natureza sabe o que faz.

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Ricardo Kelmer 2004 – blogdokelmer.com

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> Esta crônica integra o livro Vocês Terráqueas
> Esta crônica integra o livro Blues da Vida Crônica

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> A mulher selvagem mp3 – Escute e baixe a versão áudio, na interpretação do autor

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Mais sobre liberdade e o feminino selvagem

A mulher selvagem - Ela anda enjaulada, é verdade. Mas continua viva na alma das mulheres

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Quem tem medo do desejo feminino? (1) – A maternidade, a castidade e a mansidão de Nossa Senhora como bom exemplo, e a força, a independência e a liberdade sexual da puta como exemplo contrário, a ser jamais seguido.

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LIVROS

Mulheres que correm com os lobos - Mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem (Clarissa Pinkola Estés -  Editora Rocco, 1994)

A prostituta sagrada – A face eterna do feminino (Nancy Qualls-Corbert – Editora Paulus, 1990)

As brumas de Avalon (Marion Zimmer Bradley – Editora Imago, 1979)

Mulheres na jornada do herói (Beatriz Del Picchia e Cristina Balieiro – Editora Ágora, 2010) – É ainda mais interessante ver o relato das mulheres pois elas sempre foram, mais que os homens, historicamente reprimidas na busca pela essência mais legítima de suas vidas

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TEXTOS AFINS

> Jeito de andar revela quantidade de orgasmos da mulher – mulher.terra.com.br

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Leia mais sobre a Mulher Selvagem neste blog

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A Mulher Selvagem (clipe literário)

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Alma Una (clipe da música)

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(en español)

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La mujer salvaje
Ricardo Kelmer

Su belleza es arisca, apartada de los modismos. Ella encanta por un no-sé-qué indefinible… pero también agrede la mirada. Es un tipo raro y no tiene habitat definido: vive en Catmandu, en el edificio de al lado o se trasladó ayer para Barroquinha. Y no dejó la dirección.

La mujer salvaje en casi todo es una mujer sencilla: coge el metro abarrotado de gente, aprovecha las rebajas,  saca la basura y hay días en que desiste de salir porque se ve un guiñapo (se ve… hecha un trapo). Sin embargo en todo lo que hace exhala un frescor de libertad. Y también da escalofríos: tienes la impresión de que has visto a una loba al acecho. Te asustas, miras de nuevo… y quien está allí es la mujer dulce y simpática, arreglándose el pelo, casi una niña. Pero por un segundo viste la loba, la viste sí. Es ella, la mujer salvaje.

La sociedad intenta pero no puede domesticarla, ella evita  las reglas. Cuando tú piensas que la capturó, se escapa como agua entre los dedos. Cuando piensas que finalmente la conoce, ella sorprende otra vez. Tiene el alma libre y solo se somete cuando quiere. Por eso escoge su pareja entre los que cultivan la libertad. ¿Y cómo los reconoce? Como toda loba, por el olor, por eso es bueno no abusar de los perfumes. Su movimiento tiene gracia, la mirada destila una sensualidad natural – pero, cuidado, no vayas pasándole la mano. Ella es un bicho, no te olvides. Le gusta el halago pero también araña.

Repara que hay siempre un mechón terco en su pelo: es el espírito salvaje que sopla en su alma la refrescante sensación de estar unida a la Tierra. Es de ahí que viene su belleza y fuerza. Y su sabiduría instintiva. Sí, ella es sabia pues está en armonía con los ritmos de la Naturaleza. Por eso se conoce a si misma, sabe de sus ciclos de crecimiento y no sabotea la propia felicidad. Como todo bicho ella respeta su cuerpo pero ni siempre resiste a las golosinas. ¿Una hippie del mato, gabriela del charco? No necesariamente, la mayoría vive en la ciudad. Y hace días coquetea aquel vestidito negro básico de la vitrina. Y le encanta bailar en noche de luna llena. Ah, entonces es una bruja… Tal vez, ella no se interese por las etiquetas. Sabe que la inmensidad del ser no cabe en las definiciones.

A las mujeres les gusta hacer misterio. Ella no, ella es el misterio. Por una razón simple: la mujer salvaje sabe que la vida es una cosa asombrosa y perfecta y vivir  el más sagrado de los rituales. Ella siente las estaciones y se mueve de acuerdo con los vientos,  riendo de la lluvia y llorando con los ríos que mueren. Colecciona piedritas, habla con plantas y de una hora a otra quiere quedarse sóla, no insistas. No, ella no es una esotérica deslumbrante pero vive deslumbrándose: con las heroínas de las películas, aquella librería nueva, el CD de aquel cantante… Ella se apasiona, sueña despierta y tiene insomnio por amor. Las injusticias del mundo la angustian pero ella respira  profundo y renueva su fe en la humanidad. Lucha todos los días por sus sueños, adormece en medio de preguntas sin respuestas y se levanta con el susurro de las mañanas en su oído, un día más, perfecto para celebrar el inmenso misterio de estar vivo.

Ella equilibra en si cultura y naturaleza, moviéndose bella y poética entre los dos extremos de la humana condición. Ella es rara, sí, pero no es una aberración, un desvío evolutivo. Por el contrario: ella es la más arquetípica y genuina expresión de la feminidad, la eterna celebración del sagrado femenino. Ella está ahí en las calles, todos los días. La mujer salvaje todavía sobrevive en todas las mujeres pero la mayoría tiene miedo y la mantienen enjaulada. Ella es lo que todas las mujeres son, siempre lo fueron, pero la gran mayoría se olvidó.

Felizmente algunas lo recuerdan . Fueron incomprendidas, sí, pero lamieron sus heridas y encontraron el camino de vuelta a su propia naturaleza. Esta crónica es un homenaje a ella, la mujer salvaje, el tipo que fascina a los hombres que no tienen miedo de la femeneidad . Ellos se  ponen un poco nerviosos, es verdad, cuando de repente se ven delante de um espécimen de estos. Por eso es que a veces suben corriendo en el primer árbol. Pero es normal. Después se bajan, se aproximan desconfiados, cambian los olores y ahí… Bueno, ahí la Naturaleza sabe lo que hace.

TRADUÇÃO: Candice Graziani, candicegraziani(arroba)ig.com.br. Revisão: Carla Rocha.

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Comentarios01COMENTÁRIOS
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Desde 2004, quando esta crônica foi escrita, os comentários a acompanham, mostrando que felizmente o arquétipo do feminino livre continua vivo e atuante na psique das mulheres do nosso tempo. Obrigado a você pelo incentivo e pelo carinho.

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01- olá, R. Kelmer… Como estás? Espero que estejas bem e que sua viagem de volta ao Rio tenha sido boa. A crônica que você nos deu sobre a mulher selvagem é muito boa, adorei!!!!! Quer um conselho? coloque-a também disponível no seu site. Luciana Holanda - Campina Grande-PB - fev2005

02- Salve Ricardo, li teu texto, achei muito bonito… me fez lembrar de uma pessoa muito querida, minha esposa, alguem que era assim… esse frescor, essa leveza e força… Alguem que não está mais aqui… Que me mostrou a maravilha e o assombro de estar vivo… Que me mostrou como viver e como partir… Obrigado. Um abraço. Nelson, Rio de Janeiro-RJ – fev2005

03- Ricardo, olá! Quero lhe agradecer pelas noticias, sempre inteligentes e deliciosas. Estilo RK!As mulheres selvagens superaram tudo. Não é rpeciso dizer o quanto você capta o instinto das MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS, as mulheres selvagens que resistem, apesar de toda “domesticação”. Lindo! Voc~e e Chico Buarque têm algo de comum, e especial: A grande sacação do universo feminino. Aproveite! Isso é um dom.São poucos e privilegiados os que dela desfrutam. Um beijo, saudades. Rejane Reinaldo, Fortaleza-CE – fev2005

04- Oi Ricardo, tudo bem? O teu texto me lembrou um livro intitulado : “Mulheres que correm com os lobos: mitos e arquétipos da mulher selvagem”. Você conhece? Vi tuas fotos. Uma graça. Beijos. Valeska Maia, Fortaleza-CE – fev2005

05- Oi, Ricardo. Obrigada pela gentileza de me responder e, principalmente, pela indicação do artigo (excelente) sobre as “mulheres selvagens”. Sua musa inspiradora está de parabéns – porque não creio que alguém que fale, como você, sobre a alma feminina, não tenha uma musa inspiradora. À propósito, seu site está muito bem montado e sua foto está encantadora. Espero continuar recebendo notícias sobre seus artigos e livros. Um abraço. Carinhosamente, Thaisy, Campina Grande-PB – fev2005

06- Acabei de ler seu artigo, eu e a tigresa dentro de mim… obrigado pela lembrança… Fabiana Vasconcelos, Boston-EUA - mar2005

07- A suposta face insustentável na pele que almeja / Quando de círculos traçam seus segredos / Involuntariamente aquece a cavidade mais esposta que a cor / femali / Uma breve alucinação retornando ao selvagem comportamento humano / Humanamente inormal
Uma reverência a uma artísta que transpira exatamente a dualidade do selvagem e doce (björk), minha referência musical mais pertinente. Dica movie: Se você não viu ainda, assista dançando no escuro! Nila DJ Hunter, Campina Grande-PB – mar2005

08- Eu adorei teu texto sobre a mulher selvagem (acho que sou uma delas ehehehehehe). A ilustração também está ótima… Besos. Beatriz Nogueira, Brasília-DF – mar2005

09- Oi Homem Sexy da internet, bom diiiiia! Só um apaixonado por Jung para ter a sensibilidade de nos fazer uma homenagem como essa. Em mim, cada frase lida fez vibrar e ressoar na cadeia de DNA que me compõe a certeza de que vc escreveu pensando em todas as mulheres selvagens que vc reconhece, inclusive eu. Sim,pq é necessário um homem-lobo tb de natureza selvagem para nos emocionar e fazer chorar logo na segundona de manhã… Há alguns anos que Mulheres que Correm com os Lobos é o meu livro de cabeceira e talvez tenha sido o que me salvou do relacionamento mais louco e construtivo de mim mesma que já vivi. Se vc permitir quero ler sua crônica em um evento na Escola de Saúde Pública no Dia Internacional da Mulher. Bj selvagem. Dijé, Fortaleza-CE – mar2005

10- É isso aí, caro Ricardino! A mulher é um bicho selvagem, e se esqueceram disso. Os homens também, mas não esqueceram… Abraço. Luis Pellegrini, São Paulo-SP – mai2005

11- Me senti a própria, sou bem assim….., mas nunca imaginei que isto fosse uma mulher selvagem. Como vai tudo aí? Saudades, beijos mil…………… Cristina Cabral, Fortaleza-CE – mar2005

12- Ricardo… Adorei sua crônica sobre as mulheres que são selvagens. He,he,he. Pra falar a verdade acho que todas as mulheres são, mas não se assumem como selvagens. Eu me idetifiquei com a crônica. Ah! Estou lendo um livro seu: Baseado Nisso, peguei emprestado com um amigo (estou gostando muito). Estou esperando receber dinheiro para comprar os outros. Acho que vou encomendá-los pela net. Beijos… Mellina, Campina Grande-PB – mar2005

13- amigão kelmer,só quem tem uma “loba”por perto sabe a grandeza de viver e sentir os uivos marcantes de um ser tão especial e singular.Teu texto transmite tudo que vivo e sinto ao lado dela “a loba”. Abraços, Paulinho Leme, Fortaleza-CE – mar2005

14- Grande Kelmer, adorei a cronica. conheço algumas dessas “bichas” e realmente sao fantasticas. Mas tu deverias por tipo assim…envie para um amigo. Grande abraçø! roque santeiro lhe aguarda… Amaro Penna, Fortaleza-CE – mar2005

15- Olá Kelmer. Adorei sua crônica sobre a mulher (ou sobre um tipo de mulher). Fiquei surpresa com a perspicácia de seu olhar sobre o feminino. Parabéns pelo texto. Um abração. Simone Bringhenti, Rio de Janeiro-RJ – mar2005

16- Sim-ples-men-te ge-nial a crônica da mulher selvagem. Meu caro, eu conheci uma e no final tive medo e subi na árvore. Às vezes tenho vontade de descer… mas com o passar do tempo a floresta se torna cada vez mais perigosa. um abraço. Wiron, Fortaleza-CE – mar2005

17- Adorei!! Como você é profundo e consegue descrever a alma feminina assim? Visitei o seu site e assim pude conhecê-lo um pouco melhor, fiquei maravilhada!! Como é bom poder compartilhar dos seus escritos,mais uma vez: Muito prazer em lhe conhecer!!! Beijos e obrigada pela homenagem! Renata Fiorinni, Rio de Janeiro-RJ – mar2005

18- Sou eu, sua ex-colega, colaboradora do programa Por Uma Cultura de Paz, da Rádio Universitária FM, que toda quinta de lua cheia fala sobre a cultura do feminino. Lembra de mim? Acabei de ler a crônica sobre a mulher selvagem e gostei tanto que resolvi te escrever só pra agradecer, pois nas comemorações do Dia Internacional da Mulher, poucas vezes me senti tão integralmente homenageada como hoje. Um abraço. Milena Aguiar, Fortaleza-CE – mar2005

19- Rika, Não tenho palavras pra expressar o meu sentimento ao ler A Mulher Selvagem. É exatamente assim mesmo, com todas as mulheres. É isso mesmo que devemos ter güardado dentro de nós. Não podemos deixar que essa “Mulher Selvagem” fique reprimida dentro de nós sem poder se manifestar de vez em quando….Parabéns e obrigada por sua sensibilidade. Ler sua crônica foi um lindo presente no nosso dia. Valeu, Rika! Continue escrevendo….. Anabela Alcântara, Fortaleza-CE – mar2005

20- Olá Ricardo. Anos depois de me recomendares o livro da Clarissa Pinkola, “mulheres que correm com os lobos”, ele foi finalmente publicado em Portugal e eu comprei. E li todas aquelas 400 páginas. Adorei cada uma delas, e eis-me agora deliciada com o teu texto: é esta a Mulher. Muito obriagada pela recomendação e pela excelente homenagem!  Beijos. Susana Xavier Mota, Leiria-Portugal – mai2005

21- Caro Ricardo. Você me descreveu perfeitamente em sua crônica “A Mulher Selvagem”. Muito obrigada, porém, não é fácil ser assim, principalmente no que diz respeito aos relacionamentos. Às vezes cansa e dói estar sozinha, ou encontrar uma pessoa que vc acha é que a certa e ouvir que ela tem medo de você. Juro que já tentei mudar, mas não consigo. Esta é minha natureza. Um abraço, Luciana, São Paulo-SP – jul2005

22- Olá Ricardo! Adorei a cronica ‘Mulheres Selvagens’, acho que toda mulher é um pouco selvagem, pois, falta coragem para ser totalmente selvagem, já outras são na sua totalidade, outras ficam totalmente mansas quando se apaixonam, aí perdem o encanto. Os homens adoram mulheres assim, mas ao mesmo tempo fogem, tem medo. Felicidade e sucesso. Patricia Bittencourt, Rio de Janeiro-RJ, jul2005

23- Olá, Ricardo! O Jung me foi apresentado recentemente e comecei a ler “As mulheres que correm com os lobos” anteontem. Ao ler seu texto fiquei tocada, não só pela coincidência, mas por suas palavras em si. Sempre recorro à seus textos quando me vejo distante da mulher selvagem que mora em meu inconsciente coletivo, pois suas crônicas, de modo geral, despertam o espírito de liberdade inerente à ela. Obrigada! Rafaela, Fortaleza-CE – jul2005

24- Olá Ricardo! Gostei muito da sua crônica “A Mulher Selvagem” e posso realmente dizer que me identifiquei com ela. Sei que esta afirmação deve ser “lugar comum” por parte de muitas leitoras. E, certamente, todas têm suas razões para dizê-lo. No entanto, os meus companheiros sempre fizeram alusão a este meu lado selvagem, considerando os mais differentes aspectos que você mesmo pôs em questão. E acabo de ouvir isso de uma pessoa que conheci recentemente e com quem iniciei um relacionamento… Sendo assim, penso que deve haver coerência nesta identificação e na opinião deles. Obrigada pela atenção! Sucesso e um forte abraço! Cristina Moniz, Rio de Janeiro-RJ – jul2005

25- Olá Ricardo. Parabéns pelo texto da mulher selvagem. É de admirar que um homem o tenha escrito, pois não conheço nenhum com sensibilidade para enxergar além da textura da pele. Sei que existem artistas sensíveis, que reproduzem com a mesma competência, a beleza, a dor e a alegria em fotos, telas e textos… mas que em casa são machistas, egoístas, egocêntricos e pouco ou nada sabem da natureza feminina. Um abraço e obrigada por melhorar o meu dia. Marli Myllius, Curitiba-PR – jul2005

26- Como Vai… Ricardo… Tomo a liberdade de te escrever… Adorei teu texto no IG…  A mulher Selvagem… Entrei em seu site… e li outros…. Sei que deve receber varios elogios… Mas teu jeito de escrever… achei voce muito…’VOCE… mesmo’. Rita de Cássia, São Paulo-SP – jul2005

27- Boa tarde, Ricardo !!! Meu nome é Lucimar. Ammeeeiiii sua crônica MULHER SELVAGEM. A impressão que tive, que você me conhecia bem no fundo há muito tempo. Você conhece bem as mulheres, heimm ? Você falou de mim. Em tudo. Parabéns. SUCE$$O !!!!!! Lucimar, Vila Velha-ES – jul2005

28- puxa, li sua crônica quase sem querer e reli algumas vezes. não acreditava. Era eu. Nunca ninguem me descreveu tão bem. E a história da lua, ninguem acredita qdo eu comento! Tirando a licença poética do texto minhas  “manias estão todas lá”(não tem nada de selvagem ou loba, só uma necessidade muito grande de ser sincera) Por isso me deu uma vontade louca de escrever pra te agradecer. Obrigada, acredito agora que alguém algum dia em algum lugar vai dizer que me entende. Ah, só queria dar um toque sobre algo, a maioria não desce da árvore, ao contrário corre pra casa. Parabéns e Obrigada. Lara, São Paulo-SP – jul2005

29- Olá, Ricardo estou lhe escrevendo para dizer que amei de paixão a sua crônica – A mulher selvagem. Em poucas palavras você conseguiu entender e preencher todo o universo feminino tão pouco entendido pelos homens. É muito bom saber que ainda existem homens sensíveis como você e acima de tudo homens com coragem de assumir sua sensibilidade. Um beijo em seu coração, com admiração. Marisa Feliciano, Belo Horizonte-MG – jul2005

30- Olá Kelmer! (intima) Como você pôde escrever um texto sobre mim sem ao menos me conhecer pessoalmente, fiquei pasma, brincadeira, adorei o texto e acho que não só eu, mais a maioria das mulheres sentiram a mesma coisa. Muito bom mesmo. bjs Márcia Morozoff, Brasília-DF – ago2005

31- Gostei demais, pois me identifiquei nessa mulher selvagem, acho que todas as mulheres tem um pouco de loba. Você é demais. Parabéns. Cacilda Luna, Fortaleza-CE – set2005

32- RK você é mesmo um fofo de escrever assim tão lindo das mulheres. Mais uma vez me senti óbvia ao que você escreve. Beijo Samsara, Alto Paraíso-GO – out2005

33- Esse texto é maravilhoso, como vc pode entender tanto da alma feminina, hein? Fantástico! Bjs. Luana Rosler, Rio de Janeiro-RJ – nov2005

34- Acabei de ler “A mulher Selvagem” pela enésima vez, e pela enésima vez você me fez sentir mais perto dela. Só queria mesmo te agredecer. Brigada :) Você me fez abrir um sorriso e colocou uma corzinha nessa quarta feira meio cinza. Besitos. Rafaela Almeida, Fortaleza-CE – nov2005

35- Como já disse na Paganismo, amei sua crônica… Vou virar leitora fiel… Bjo! Silene Ferreira, Cuiabá-MT – dez2005

36- Olá, acabei de ler teu texto A MULHER SELVAGEM. Sen-sa-cio-nal! Vc escreve muito bem, tem um texto leve, mas nem um pouquinho superficial. Trata-se realmente de um cronista de primeira. Além disso, o q vc escreveu sbr as mulheres, sinceramente me senti desnuda ali. Vc me descreveu, cara. Costumo dizer q uma mulher pode ser livre, soberana e, ao mesmo tempo, romântica e doce, pq não? Mulher bem resolvida lida com suas várias facetas com naturalidade, sem abdicar de nenhuma, apenas conhecendo os momentos apropriados para fazer uso de cada uma delas. Parabéns! Bjões. Sissi Abreu, Rio de Janeiro-RJ – dez2005

37- Bom dia, Encontrei por acaso sua “Crônica da Mulher Selvagem”.Achei belíssima.Sabe, sou ginecologista e trabalho o dia todo com mulheres e infelizmente, elas n sabem que possuim essa mulher dentro de cada uma delas.Vou copiar seu texto para dar pra algumas pacientes,ok?Um beijo. Maria Elisa, São Paulo-SP – abr2006

38- Eu continuo repassado sua Mulher Selvagem e as clientes te add.Algumas n conseguem mais resgatá-la.é pena.Adorei o Jim Morrison dos pobres.Até mais.Bjs. Maria Elisa, São Paulo-SP – abr2006

39- Olá Ricardo! Uma amiga muito querida, me enviou o texto “Mulher Selvagem”….Li, amei e confesso, me identifiquei bastante…. Beijos. Majô Pasquinelli, São Paulo-SP – mar2006

40- Olá Ricardo ;-) Amo “Mulher Selvagem”,não conseguiria descrever com palavras o significado ou que que ele representa pra mim.. o que sei que é algo encantador. Acabei de ler “As fogueiras de Beltane” li ,re-li.. perdi a conta de quantas vezes voltei a ler.. igual acontece com “Mulher Selvagem”.É mágico…lindo! Entro no conto.. e sonho ;-) Sei que é pretensão, mas me vejo nos textos…rs (todas nós nos vemos não é?) Bjs. Joana d`Arc, São Bernardo do Campo-SP – mar2006

41- Vc me deu uma idéia…rs pensei em fazer uma comunidade pras “mulheres selvagens” e pôr sua crônica como descrição. Posso??? Bom fds!!! Bjus Isabel Doné, Pinhal-SP – abr2006

42- achei maravilhoso o que vc escreveu sobre mulheres selvagens e realmente me identifiquei, me considero assim, parabéns pelo seu talento e por entender tão bem nós as mulheres selvagens beijos Josylene Karynne, São Paulo-SP – mai2006

43- Li sua crônica e noto que seu homem selvagem está bastante preservado,do contrário nao faria uma descricao tao fidedigna de sua parceira….. Celinha Gonçalves, Alemanha – mai2006

44- adorei sua cronnica ! Andrea Perez Pirrillo, São Paulo-SP – jun2006

45- Amo essa sua crônica, parece que foi escrita para mim, sem tirar nem pôr… Ela diz tudo, não falta nada, parabéns pela sensibilidade e maestria ao escrevê-la. Entrei na sua comunidade depois que a li… publiquei ela no meu blog “borboleta mística” sem tirar teus créditos, depois da uma olhada lá! www.borboletamistik.blogspot.com Um beijão pra você. Carolina Salcides, Porto Alegre-RS – jul2006

46- Olá, Ricardo! Seu texto é maravilhoso, uma leitura muito prazerosa. Parabéns pelo seu trabalho! Grande beijo. Alessandra Maria, Brasília-DF - jul2006

47- Ricardo: esta Mulher Selvagem…: SOU EEEEEEUUUUUUUUUUU!!!!! Hahaha…Lindo texto, competentemente elaborado e por alguém que realmente entende de mulher! Fiquei sua fã! E olha que eu sou exigente…rsrs… Luísa Artèse, Rio de Janeiro-RJ – jul2006

48- ola!gostei muito do seu texto. Laisa Soares, Manaus-AM – jul2006

49- Nôssa me identifiquei na hora muito bom!!Aliás sem comentários!!Se no mundo existissem mais pessoas com essa tua capacidade de raciocínio teríamos um mundo bem mais simples e bem melhor!!!Sou sua Fã!! Leila Lima, Curitiba-PR – set2006

50- Estava passando pela comunidade “Inteligência é afrodisíaco” e deparei com um tópico seu, um trecho de uma crônica sua, “A mulher selvagem” e comecei a ler a crônica completa… Então encontrei aqui na sua página outras crônicas q li e adorei!!! Por isso vim aqui deixar uma msg! Acho q pra vc, escritor, deva ser mto bom receber mensagens comprovando o reconhecimento do seu trabalho!!! Parabéns pelos belos textos!!! Beijos. Cynthia, São Paulo – out2006

51- ahhh se os homens tivessem capacidade pra compreender e não subir na árvore……… F@atim@, Comunidade Lobas (Orkut) – nov2007

52- vou ler e guardar com certeza… Lindo o texto. Maristela, Comunidade Lobas (Orkut) – nov2007

53- levantando as patinhas e aplaudindo… clap, clap, clap!!! Silene, Comunidade Lobas (Orkut) – nov2007

54- Oi!!! Vi seu site e quero receber suas newsletter com escritos ou qualquer coisa!!! Tenho uma de suas cronicas em meu perfil do Orkut www.orkut.com/Home.aspx ?xid=14625722405133466994 Aguardo suas cartas!!! Obrigada =) E meus parabéns por transpor em palavras a essência da mulher que é mulher!!! Beijo, Rafaela Pinheiro, Florianópolis-SC – dez2006

55- nossaaaaaaa… nem acredito que te encontrei… Bom conheci cronicas sua através d uma amiga. a primeira que li foi A mulher selvagem… amei e agora to terminando de ler as que tem no site… eu amo escrever, escrevo crônicas sempre tá que são pessimas mais é uma forma de desabafo… Bom só te procurei no orkut pq acabei colocando um trecho da crônica como meu perfil.. e gostaria de saber se não tem problema… vc se importa?! parabéns pelo seu trabalho. Milani Iskandar, Goiânia-GO – dez2006

56- Ola Ricardo, estava eu aqui montando um post para publicar em meu blog em homenageando as mulheres pelo seu glorioso dia. Me deparei com a sua crônica “mulher selvagem” gostei muito! parabens, se tiver sua permissão gostaria de usar partes dela em meu blog! Um grande abraço. E parabéns pelo seu trabalho. Ps.: Se quiser conferir http://www.nadafacil.blogspot.com. Thiago Jede, Três de Maio-RS – mar2007

57- parabéns pelo belíssimo texto!!!! jah dizia o sábio q a pena vence a espada… e a prova disso eh a sensibilidade deste texto, e escrito por um homem!!! Nina, São Paulo-SP – mar2006

58- ….gostei muito… …viva as mulheres selvagens!!! Parabéns pelo ótimo texto q fala e explica tudinho sobre o jeito de nós, mulheres!!!!!Valeu mesmo!!!Amei!!! Patrícia, Hamamtsu-Japão – abr2006

59- Da selvagem: a seiva / da seiva: a vida / da vida:homens e mulheres selvagens em si.
Suely Andrade, Brasília-DF – abr2006

60- Não sou eu que procuro, é a mulher selvagem que me encontra. Desde que li o texto pela primeira vez, já nem me lembro mais aonde, que ele está pregado na minha cortiça. E depois o encontrei de novo aqui no orkut, sem procurar. Valeu pela homenagem, Ricardo! Aline Mendes, Rio de Janeiro-RJ – mai2006

61- Acho essse texto fantástico, perfeito e representa muitas mulheres, inclusive nós =P. Paty, Orkut, Meninas Alvim – ago2006

62- Nossa… Até parece que ele nós observa o dia inteiro! Parabéns Ricardo, por ser um profundo conhecedor desta espécie que é tão oprimida, quanto forte… Quando se é selvagem, não a condições de ser de outro jeito! Lisbela, Recife-PE – set2006

63- Muito interessante este texto que vc nos presenteou sobre a mulher selvagem. Principlamente quando o ponto de vista de quem retrata é o homem natural e não o macho contemporâneo, mas´o espírito masculino que sabe enchergar e revelar a mulher selvagem que habita o arquétipo feminino de cada ser mulher. É sempre muito bom poder compartilhar desta troca, ver e ouvir o palpite de quem está do outro lado da margem, pois assim o espelho tem melhor plano de atuação, que é o de refletir e não absorver… Interessante, foi o que senti ao lê-lo e mais do que isto, na prática, hoje me ajudou a resgatar um pouco de tudo isso. Este lado intuitivo e espontãneo que habita em nós. me ajudou muito, literalmente. abs. Eliane, Orkut, Comunidade Ciclos Naturais do Feminino – out2006

64- Nossa… Amei este texto do início… Resgate total da essência… Jaqueline, Orkut, Comunidade Ciclos Naturais do Feminino – out/006

65- Parabéns! Vc conseguiu mostrar o lado selvagem de cada uma de nós mulheres, que é um lado tao importante; com tremenda sensibilidade e rico nos detalhes! Poxa, que homem!!!! Parabéns!!! Gledimar Magalhães Campos, Patos de Minas-MG – jan2007

66- Seu texto nos suga, ao mesmo tempo que nos revela, nos despe,nos mostra em nossa intimidade…poucos homens conseguem penetrar tão fundo na alma das mulheres…parabéns por tamanha sensibilidade. Sidiane Sobrinho, Macapá-AP – abr2007

67- Você estava mesmo muito inspirado quando escreveu A Mulher Selvagem. Tens talento!!! Postei a Mulher Selvagem no meu blog (http://analua.blog.terra.com.br/a_mulher_selvagem) pq quero que toda mulher que passar por lá reconheça a Mulher Selvagem dentro de si mesma.
Vou adorar receber tuas crônicas. Fabiane Ponte, Curitiba-PR – set2007

68- achei legal e interessante !!!! acrescentaria que a mulher é  o complemento  do homem e vice -versa portanto somos feitos de elementos diferentes, arquetipicamente somos terra a natureza que mantem preserva, cuida, o homem é o ativo ,a iniciativa , a força ,o grande barato é nos concientizarmos que Deus sabe das coisas, por isso passamos a vida inteira desvendando os seus sinais, pois só poderemos entender a sua mensagem quando nos desapegarmos dos conceitos, pré conceitos  dos padrões limitantes e fragmentados Acredito que caminhamos bastante e estamos maduros para compreendermos que a reconciliação do femininoo e masculino a paz entre os diferentes e diversos pode ser alcançada, com amor inteligencia e sabedoria bjs. Suzel Maria, Brasília-DF – set2007

69- Ricardo… Vc tem tanta coisa que quando entro aqui nunca sei o que ler…. mas essa da mulher da selvagem, “la que sabe” a que habita em todas nós… parece que andou lendo “Mulheres que correm com lobos”… e claro que como um bom conhecedor de jung, deve ter intimidade com sua “anima”. Parabéns pelo seu trabalho. Bjo. Liz Tramujas, Curitiba-PR – set2007

70- Li ainda a pouco uma crônica sua, fiquei encantada, adorei: A Mulher Selvagem… juro que me vi ali descrita. Parabéns pela sensibilidade na percepção da alma feminina. Gostaria de cadastrar-me em seu blog e conhecer um pouco mais do seu trabalho. Ilde Nascimento, São Luís-MA – fev2009

71- Esse texto seu eu postei no meu blog em 2008, achei por acaso numa das minhas buscas pela net e fiquei completamente apaixonada pela sensibilidade com que você traduziu a alma feminina. Agora em 2010 resolvi rever meus posts e ir eliminando alguns e outros postando novamente no início do blog. E ai reencontrei o seu texto e mais uma vez me apaixonei perdidamente por ele… e então, resolvi postá-lo no inicio do blog em homenagem as mulheres. Vou colocar o seu Blog nos meus preferidos. Nossa foi muito bom eu ter transferido o seu texto para o início do meu blog pois só assim tive a hora de receber a sua visita e conhecer seu blog e seus lindos textos. Muito obrigada! Grande Beijo! Elaine, Niterói-RJ – mar2010

72- tenho várias amigas na mesma situação, com a mulher selvagem aflorada, e sem muitas opções sociais que aceitem ela do jeito que é…rsrsrs Como é bom conhecer pessoas que tenham a mesma compreensão, ou que somente tenham compreensão por nós mulheres…. Boa semana e boas invencionices… Bjs. Sirlei Moletta, Ponta Grossa-PR – mar2010

73- Ricardo, adoorei o texto: “A mulher selvagem” , me identifiquei muito com ele! Engraçadoo… Acabei descobrindo seu trabalho “por acaso” na net, e agora já sou sua fã! rsrs Cada dia que descubro alguma coisa dos seus trabalhos, acabo gostando ainda mais! Andréa Cristina, Natal-RN – set2010

74- Tem a alma livre e só se submete quando quer. Por isso escolhe seus parceiros entre os que cultuam a liberdade. E como os reconhece? Como toda loba, pelo cheiro, por isso é bom não abusar de perfumes. Como o Ricardo Kelmer pôde me descrever sem me conhecer? Nathalie Sterblitch, Resende-RJ – ago2011

75- Com ctz, a minha preferida! :D Sissi, Rio de Janeiro-RJ – set2011

76- Olha Ricardo, eu diria que é bem eu, viu… tem dias, diria vários dias, que nem eu mesma me entendo…. portanto inútil tentar me enquadrar, ou rotular disso ou daquilo. ;) Rochelle Araujo, Fortaleza-CE – set2011

77- grrr. Elida Miranda, São Paulo-SP – set2011

78- É a crônica que mais gosto. É a que me apresenta… parte de mim está ali. MInha preferidíssima! chique demais. Beijos Kelmer e vá ai desvendando as almas femininas… Maria Sá Xavier, Niterói-RJ – set2011

79- Querido Ricardo sempre leio mulher selvagem fico em duvida , liberto ou não. rsrsrs. Ana Karine Oliveira, Fortaleza-CE – set2011

80- Depois de conhecer o autor que é Ricardo Kelmer através da oficina da Dalu e da Lenha na Semana da Comunicação… Virei fã, confesso! Como falar da mulher de forma tão digna assim? Só os melhores conseguem! Herlene Santos, Fortaleza-CE – set2011

81- Oi, sou sua admiradora desde uma vez que encontrei seu blog “por acaso” e cautivou-me o texto “A Mulher Selvagem”, por isso procurei você ontem no face e achei; meus parabéns pelo merecido sucesso que tem tido e por outras grandes realizações que certamente virão! D’nara Rocco, Montevidéu, Uruguai – nov2012

82- La mujer salvaje – Ricardo Kelmer Auuuuuuuuuuuu!!! Merikol Duarte, Rio de Janeiro-RJ – fev2014

83- Oi Ricardo, acabei de ler o seu texto, muito bom. Thais Akemi De Vito, São Paulo-SP – abr2014

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38 respostas para A mulher selvagem

  1. valesca disse:

    Ola Ricardo

    Com sempre, captando o universo feminino muito bem.Amei o texto muito bom, pena que tenham homens que prefiram ver sua lôba presa,ai perde-se a beleza.

    Abraços, Valesca Fontenele-Fortaleza

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  2. A Loba disse:

    Olá Ricardo. Obrigada por comentar no meu blog. Acatei as correções e ficou bem legal. Dá uma passada lá, será sempre bem-vindo…
    Bjs.

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  3. Dea disse:

    Olá Ricardo, a mulher selvagem que existe em mim adorou a crônica e aproveitou para responder a sua pergunta “Como vai a Mulher Selvagem em você?” da Comunidade das Lobas. Captou bem esse nosso lado. Fico feliz de ver um homem trabalhando o seu feminino e pelo que li ele vai bem obrigado…Parabéns. O ideal seria que todos homens e mulheres trabalhassem esse feminino. Então, vamos fazer nossa parte, né? Bjos

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  4. marcia disse:

    Nú o pecado
    que pula a janela
    sequestra o tempo
    … de tempo
    em tempo …
    que com sede me toma
    diz ; não quer apenas
    flores , doces , esmolas ou pipocas …
    adentra pele
    músculos e sangue
    subestima lágrimas
    ou arrependimentos
    o seu veneno
    arranca meu véu
    e todas as noites , vem namorar comigo …

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  5. marcia disse:

    A menina dos meus olhos não teme enxergar
    com olhos de lince !

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  6. Kah disse:

    Total identificação!!! Foi a partir do vídeo dessa grande crônica que te conheci…. Leio, releio e é incrível como me vejo refletida nela.
    Vc é uma raridade no universo masculino! Consegue captar e traduzir a essência, a nossa essência, de forma admirável! Sou tua fã!!!

    Vida longa à ti, Kelmer!

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  7. Nana Odara disse:

    Olá Ricardo…
    como se chamam os homens capazes de reconhecer, admirar e amar a mulher selvagem???
    enfim… estou blogando sua crônica hj, pq estou falando tbm dos homens q despertam pro feminino ancestral… afinal, não é uma questão de gênero e sim de almas… bjins… e claro, venha nos fazer uma visita (noturna…) qqr dia desses…

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    • ricardokelmer disse:

      > Poizé, Nana, as pessoas de espírito livre e selvagem se reconhecem de longe, pelo cheiro… Estas pessoas não se sentem confortáveis em relações baseadas no controle e na posse do outro, por exemplo. Elas buscam sempre outras almas selvagens. Até em sonhos, creio eu… :-)

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    • ricardokelmer disse:

      > Poizé, Nana, as pessoas de espírito livre e selvagem se reconhecem de longe, pelo cheiro… Estas pessoas não se sentem confortáveis em relações baseadas no controle e na posse do outro, por exemplo. Elas buscam sempre outras almas selvagens. Até em sonhos, creio eu… :-)

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  8. Neca disse:

    Ois,
    Incrível a sua crônica, Ricardo. Me senti tão deliciosamente lisonjeada com a homenagem que vou fazer dela post no meu blog (preservando a fonte, é claro), tudo bem?
    Parabéns!
    Neca.

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  9. [...] Mis agradecimientos a Ricardo Kelmer, y recomiendo a tod@s um paseo por su blog; ¡Garantia absoluta de una experiencia onolvidable! [...]

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  10. Gabriela disse:

    Criativo, empolgante, sincero e carinhoso… adorei

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  11. eu disse:

    Vá tomar no seu cú, seu puxa saco de buceta! Quer dominá-la? ENCHA O RABO DELA DE GRANA e DESFILE COM SEU HONDA CIVIC!

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    • ricardokelmer disse:

      > Puxa-saco de buceta. Disso ainda não haviam me xingado, eheheh… Aliás, que finesse a tua, heim? Tive que cortar metade do teu comentário, tão baixo era o nível, tão fedorento o bafo das tuas palavras. Aposto como você não escovou os dentes esta semana.

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    • wanessa disse:

      que HOMEM másculo meu Deus..deve ser algum chaveiro de puteiro né filho!? Complexo do pênis pequeno é triste msm, e ainda ser tão fraco q não sabe como pode descobrir outras maneiras…aí a maneira é depender de dinheiro msm.. Compre colega! compre amor, sexo, companhias..qm sabe esse seja seu caminho. Que Deus lhe ilumine, lhe proteja..e as pessoas no caminho te mostrem amor.

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  12. Clécio Rhustem disse:

    Olá, Rkelmer. Td bem com vc?! Adoro seus contos… És de uma criatividade impressionante… Estou afim de lêr algum livro seu, me indica um bom e como faço pra obter?!
    Adoro… Já possuo a arte de tanger caranguejos e baseaco nisso… Agora quero outros…
    Grande abraço!

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  13. Dany Lugos disse:

    MULHER SELVAGEM, É um texto inteligente e maravilhoso. A cada palavra lida, senti q minha alma ia sendo despida. Ricardo, obrigada por nos presentear com sua obra!! Parabéns!!!

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  14. Laís Olímpio disse:

    Simplesmente perfeito! Ser uma mulher selvagem é viver sem escrupulos, é a liberdade da alma feminina e bem retratada em sua crônica.

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  15. Diana disse:

    Amei o texto e vídeo da mulher selvagem, é sempre om ver omens que não temem o feminino se manifestando!

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  16. Rômulo Gondim disse:

    É interessante a forma de como vc de uma forma criativa pra falar dessas incertezas, das contingencias do feminino, ao compará-las a uma loba um bixo selvagem porém dotada de sensibilidades, se configurando numa harmonia, mas que dificilmente os homens a enxergam e as entendem. É incrível seu poder de entendê-las em todos os seus intertícios. Parabéns, forte abraço!

    Campina Grande-PB.

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  17. Mel Rabello disse:

    MAGNÍFICO… parece que me descreveu rs!!! ADOREI D++++ e acabei postando em meu blog… Beijos!!!

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  18. Ana lidia disse:

    Ricardo, A Mulher Selvagem é incrível ! É a prova de que você conseguiu desvendar os mistérios da alma feminina … E agora, malvado, ficamos todas expostas!!!!

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  19. Gleanne disse:

    Me atrevo a dizer que sou uma dessas selvagens… Meu corpo é um pouco aprisionado, mas a minha alma é totalmente livre, selvagem ao extremo. Creio a liberdade seja mais forte entre os escritores (e aspirantes). Enfim, meus parabéns por tamanha inspiração. Beijos!

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  20. Andréa disse:

    Oi Ricardo, li o seu texto “Mulher selvagem”….mas é tão difícil deixa a bichinha vir à tona.. Mas passei aqui para dar uma dica…se vc for a Buenos Aires, vá ver a exposição “mulheres selvagens” no centro cultural Recoleta http://centroculturalrecoleta.org/ccr-sp/exposiciones/
    Abraço,

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  21. Tais Krugmann disse:

    Ahhh, agora entendi pq eles correm…. kkkkk. Adorei! Muito bom!! ;)

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